POLÍCIA
Polícia Civil esclarece latrocínio em Pontes e Lacerda com prisão de suspeito logo após o crime
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Apontado como liderança de uma facção criminosa, o suspeito de 27 anos foi flagrado em posse de objetos subtraídos da vítima. Questionado, ele confessou a autoria do crime e foi autuado em flagrante por latrocínio e organização criminosa.
As investigações iniciaram por volta das 08 horas de quarta-feira (03), quando a equipe de investigadores da Delegacia de Pontes e Lacerda foi acionada para atender um possível homicídio, em uma residência no bairro Vila dos Garimpeiros.
No local, os policiais encontraram o portão da casa aberto e após entrada na residência, visualizaram a vítima Wilson Donizete da Silva, de 50 anos, sem vida, com as mãos amarradas para trás com fios e muito sangue ao redor da sua face.
Durante a análise do local de crime, foi verificado que que alguns objetos da vítima foram subtraídos, constantado se tratar de uma possível situação de latrocínio. Imediatamente, os policiais iniciaram as diligências conseguindo levantar informações de um possível suspeito, apontado como disciplina de uma facção criminosa, e que estaria em posse dos bens subtraídos da vítima.
Com base nas informações, os policiais foram até a residência em que o suspeito estava, onde foram apreendidos aproximadamente 2,5 gramas de ouro e um relógio, furtados da vítima. Questionado, o suspeito confessou a participação no crime e a subtração dos objetos.
Na casa também estavam outras três pessoas, um homem e duas adolescentes, sendo encontrados no local, porções de entorpecentes para consumo próprio.
Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Pontes e Lacerda, onde após ser interrogado pelo delegado Guilherme Campomar, foi autuado em flagrante pelo crime de latrocínio e organização criminosa, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.
As duas adolescentes que estavam na residência foram ouvidas como testemunhas e o outro homem que estava no local foi autuado em flagrante por corrupção de menores.
“Foi uma ação rápida da Polícia Civil, que graças ao empenho dos policiais, foi elucidado com a prisão em flagrante do autor deste grave crime com morte violenta no município”, disse o delegado.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Polícia Civil cumpre 55 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico de drogas em Tangará da Serra
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (7.10), a Operação Nomad, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico ilícito de entorpecentes, associação para o tráfico e organização criminosa. Os suspeitos atuavam em Tangará da Serra e região.
Na operação, são cumpridas 55 ordens judiciais, sendo 13 mandados de prisão preventiva, 13 de busca e apreensão, 21 afastamentos de sigilo telefônico e telemático e oito bloqueios e indisponibilidade de contas e valores. As ordens foram deferidas pela Justiça com base em investigações da Delegacia de Tangará da Serra.
Os mandados são cumpridos simultaneamente em Tangará da Serra e Cuiabá, em Mato Grosso, além de Goiânia (GO), mobilizando mais de 40 policiais. Dois flagrantes foram registrados durante o cumprimento das ordens judiciais.
A operação é resultado de uma investigação que identificou a atuação estruturada do grupo criminoso e sua dinâmica de constante movimentação entre diferentes imóveis, moradias transitórias, esconderijos e pontos de apoio, utilizados como estratégia para dificultar o monitoramento policial e a localização dos investigados.
A Justiça também autorizou a realização de buscas em caráter itinerante, diante da constante alteração dos locais utilizados pelos investigados, permitindo às equipes policiais o cumprimento das diligências nos imóveis e pontos de apoio vinculados aos alvos, observadas as condições estabelecidas judicialmente.
As prisões e buscas têm como finalidade o cumprimento das determinações judiciais, a apreensão de elementos que podem reforçar a investigação e o aprofundamento das apurações relacionadas à estrutura criminosa investigada.
Nome da operação
A denominação “Nomad” faz referência à característica identificada durante as investigações: a constante mobilidade dos investigados, que alternavam entre diferentes imóveis e pontos de apoio para dificultar a atuação policial. A decisão judicial reconheceu expressamente essa dinâmica e autorizou buscas de caráter itinerante.
A operação integra o trabalho permanente de investigação da Delegacia de Tangará da Serra no enfrentamento ao tráfico de drogas e às facções criminosas, atuando de forma integrada para identificar, localizar e responsabilizar os envolvidos.
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