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Exportação de carne bovina superou 256 mil toneladas em novembro

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A exportação total de carne bovina atingiu 256.073 toneladas em novembro, o maior volume deste ano até o momento. Isso representa um aumento de 47,4% em comparação com o mesmo mês de 2022 (173.751 t). Os dados foram compilados pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

A receita cambial estimada para o último mês foi de R$ 4,91 bilhões, um aumento de 14,7% em relação a R$ 4,29 bilhões em novembro do ano passado. Os preços médios foram de R$ 19.193 por tonelada ante R$ 24.614 no ano anterior.

No acumulado do ano, a receita total atingiu R$ 47,86 bilhões, uma queda de 20,3% em relação ao mesmo período de 2022 (R$ 59,99 bilhões). Enquanto isso, o volume de carne bovina exportado no período foi de 2.253.152 toneladas, um aumento de 4,4% em relação ao ano anterior (2.158.555 toneladas).

Porém, o crescimento de apenas 4% no volume não acompanhou a queda de 20% na arrecadação de divisas, conforme comunicado da Abrafrigo. No acumulado do ano, os preços médios por tonelada em 2022 foram de R$ 28 mil, enquanto em 2023 caíram para R$ 21.270.

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Fonte: Pensar Agro

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Demanda por fertilizantes em MT pode crescer até 39% até 2034

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Assessoria/Sedec

A demanda por fertilizantes em Mato Grosso poderá crescer entre 29% e 39% até 2034, segundo projeções de estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O diagnóstico também aponta caminhos para atender às necessidades futuras da produção agrícola e propõe a criação de um polo de referência em fertilizantes e nutrição de plantas no estado.

Os resultados foram apresentados na quarta-feira (14.10), em reunião com representantes do Governo de Mato Grosso. Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e a Fundação Uniselva, o estudo inclui uma proposta técnica para estruturar um Hub do Centro de Excelência em Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP), com escritório previsto para o Parque Tecnológico, em Várzea Grande.

“A ideia é criar uma estrutura permanente que conecte governo, universidades, empresas e produtores para desenvolver pesquisas e testar tecnologias. Entre os objetivos estão melhorar o aproveitamento dos fertilizantes nas lavouras, buscar alternativas de abastecimento e atrair investimentos para o setor”, explicou a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa.

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Além das projeções de consumo, o levantamento analisou oportunidades, dificuldades e o potencial de aproveitamento de resíduos agropecuários na cadeia de fertilizantes. Os pesquisadores também estudaram experiências de centros de excelência em países como Marrocos, Alemanha, Holanda, Austrália, China e Estados Unidos, visitados durante missões técnicas.

Para tirar a proposta do papel, foi discutida a prorrogação do Convênio nº 1807/2025, para estruturação do Hub do CEFENP em Mato Grosso.  A intenção é dar continuidade ao trabalho, passando do diagnóstico para a estruturação do Hub.

Outra agenda, realizada na sede da Sedec, tratou da preparação do Fórum Internacional de Fertilizantes, Nutrição de Plantas e Segurança Alimentar, previsto para 18 de novembro, em Cuiabá. O evento deverá marcar o lançamento do Movimento Mato Grosso Pró-Fertilizantes, voltado à mobilização de instituições públicas, pesquisadores e empresas em torno de projetos para o setor.

“Durante o fórum, está prevista a assinatura de um memorando de entendimento multilateral, documento que deverá registrar o compromisso de cooperação entre as instituições participantes. A articulação pretende apoiar pesquisas, inovação, atração de investimentos e o desenvolvimento de atividades industriais ligadas aos fertilizantes”, comentou Linacis.

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