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Espetáculo de balé encanta jovens do programa Rede Cidadã em noite de magia e inclusão social

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Na noite de quarta-feira (06.12), no Cine Teatro Cuiabá, 40 crianças e adolescentes do projeto Rede Cidadã, sob a gestão da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), e coordenado pela capitã da PM Wilma Wellen, vivenciaram o encantador espetáculo de balé “Luzes, Sonhos e Danças”.

O convite partiu da primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, com o apoio da Secretaria de Assistência Social e Cidadania. A filha caçula da primeira-dama, Maria Luiza, participou do espetáculo.

Crianças e adolescentes acompanhados de familiares foram presenteados com os convites oferecidos pela primeira-dama Virginia Mendes, que destacou a importância do acesso à cultura.

“Proporcionar momentos como esses às crianças e adolescentes do projeto ‘Rede Cidadã’ foi muito especial, pois, além de terem a oportunidade de ver um espetáculo lindo, curtiram um momento junto com a família”, manifestou a primeiira-dama.

Virginia Mendes expressou sua gratidão à professora de balé Fernanda Frandsen, à capitã Wilma Wellem, à Setasc pelo apoio às crianças e seus familiares e parabenizou a filha.
¿¿¿
“Gratidão a todos que contribuíram para uma noite tão especial. Parabéns minha filha por sua dedicação nesta apresentação, foi lindo ver você no palco, mesmo que de longe”, comentou Virginia, que acompanha a comitiva do Governo de Mato Grosso na COP 28, em Dubai.

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Atualmente, a Rede Cidadã beneficia 850 crianças e adolescentes, oferecendo 18 atividades extracurriculares, como taekwondo, violão, teclado, capoeira e pintura. Além das atividades, o programa cria um ambiente de convívio saudável, com acompanhamento que propicia mudanças de comportamento, auxiliando os assistidos a lidar com emoções, frustrações e a se sentirem parte da sociedade.

A coordenadora do projeto destacou a ação como um importante passo para a inclusão social e o resgate dos vínculos familiares.

“A primeira-dama Virginia Mendes nos possibilitou, por meio da apresentação no Cine Teatro, a inclusão social das crianças e adolescentes, e o mais importante, o fortalecimento da família.” ¿¿¿

A professora de balé, Fernanda Frandsen, agradeceu o apoio de Virginia Mendes e a presença da plateia.

“Quero agradecer a senhora Virginia Mendes, que infelizmente não pode estar conosco, mas sempre apoia a nossa escola. É honra receber todos vocês aqui para prestigiar os nossos alunos, este ano vamos falar de sentimento, amizade, ternura, esperança e gratidão, mas o mais importante é que esse espetáculo perdure na vida de vocês todos os dias do ano novo”.

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Fonte: Governo MT – MT

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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