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CGE-MT participará de Seminário sobre os 10 anos da Lei Anticorrupção

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O secretário-controlador geral do Estado, Paulo Farias, será palestrante no Seminário sobre os 10 anos da Lei Anticorrupção, a ser realizado no dia 14 de dezembro, pela Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB/MT), por meio da Compliance Women Committee e Comissão de Estudos Permanentes sobre o Compliance. O evento será realizado das 8h30 às 18h, no auditório da Controladoria Geral do Estado (CGE-MT), no Centro Político Administrativo, em Cuiabá.

Paulo Farias participará do primeiro painel da programação sobre “Aplicação da LAC no Setor Público e Privado”. Na ocasião, o chefe da CGE-MT vai falar sobre a experiência do Governo de Mato Grosso que levou a estado a ser o segundo que mais aplica a Lei Anticorrupçao no Brasil, de acordo com levantamento feito pelo Conselho Nacional de Controle Interno (Conaci).

O titular da CGE-MT será protagonista no painel junto com o CEO da empresa Ausec, Wagner Roberto Figueiredo. A mediação ficará por conta de gestora das Coordenações do Compliance Women Committee, Isabela Hollanda.

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No total, o seminário terá quatro paineis e duas palestras sobre os seguintes temas: “A importância do sistema de integridade para as melhores práticas de governança corporativa”; “Sanções aplicáveis e o acordo de leniência” e “O papel das auditorias como 3ª linha de defesa e a lavagem de dinheiro”. Confira AQUI a programação completa.

O evento é aberto a advogados e interessados no assunto. Clique aqui para se inscrever.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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