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Tribunal de Justiça entrega certificação a 23 novos instrutores de círculos de paz

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A solenidade de entrega de certificação a instrutores de círculos de paz foi realizada na tarde dessa quarta-feira (29 de novembro), na Escola dos Servidores, na sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, promovida pelo Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (Nugjur).
 
Os certificados foram entregues aos 23 novos instrutores diretamente pelas mãos da presidente do Poder Judiciário, desembargadora Clarice Claudino da Silva, e da diretora-geral do TJMT, Euzeni Paiva de Paula. A turma é composta por magistrados, magistradas, servidoras, servidores e credenciados, todos engajados no compromisso da atual gestão em semear a paz e fortalecer a Justiça, e que agora poderão formar novos facilitadores em todo o estado de Mato Grosso.
 
“Isso significa multiplicar por 23 a nossa capacidade de formar novos facilitadores no estado todo, que estão aptos a ensinar a metodologia onde quer que sejamos solicitados, por meio das nossas parcerias. Como é uma política em franca expansão, nós precisamos e celebramos muito essa conquista”, afirmou a presidente Clarice Claudino.
 
Os círculos de construção de paz são uma política de diálogo e pacificação social, com base na comunicação não violenta, no respeito genuíno, na compreensão e na conexão pela essência como ser humano. A ferramenta pode ser aplicadas em famílias, escolas, ambientes de trabalho, em penitenciárias e outros locais.
 
O juiz Leonisio Salles de Abreu Júnior, da 1ª Vara de Chapada dos Guimarães, desenvolve diversas ações da Justiça Restaurativa na comarca e foi um dos instrutores que recebeu o certificado na solenidade.
 
“O tribunal está investindo na valorização do ser humano. Esse resultado de 23 instrutores que estão recebendo o título é um fruto para contribuir com esse crescimento da Justiça Restaurativa no estado. No meu caso, como magistrado, é uma oportunidade de realizar um trabalho fora do gabinete, podendo instruir facilitadores que vão aplicar as técnicas restaurativas e nos ajudem a disseminar a cultura da paz”, ressaltou.
 
O magistrado ressaltou ainda que mais de 21 mil pessoas já passaram por círculos de construção de paz promovidos pelo Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
Thais Cunha, assistente social da Prefeitura de Campo Novo do Parecis que atua na área da educação, disse que espera “levar esse semente para o meu município para poder atuar lá de forma grandiosa. Espero que a gente possa fazer uma mudança institucional e restaurativa na nossa prefeitura. Nós falamos tanto sobre a necessidade de transformação, essa ferramenta vai nessa vertente de mudança para o futuro, precisamos investir hoje nas crianças para que elas sejam adultos saudáveis e cresçam fortificando essa semente”.
 
O curso teve início em fevereiro deste ano e foi conduzido pela instrutora Rafaela Duso, da Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris).
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: foto horizontal colorida em plano geral com toda a turma que recebeu a certificação e as autoridades presentes. Todos estão em pé, em uma sala de aula, segurando os papéis dos certificados. Segunda imagem: foto horizontal colorida da desembargadora Clarice entregando o certificado para o juiz Leonísio e a diretora-geral Euzeni entregando certificado para outra participando. 
 
Mylena Petrucelli e Eli Cristina Azevedo/Fotos: Ednilson Aguiar
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Lei garante isenção da taxa de incêndio para APAEs e Associações Pestalozzi de MT

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As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) e as Associações Pestalozzi, regularmente constituídas e declaradas de utilidade pública estadual em Mato Grosso, poderão ser isentas da Taxa de Segurança Contra Incêndio (TACIN), por meio da Lei nº 13.491/2026 . A medida contempla imóveis e atividades diretamente vinculados às finalidades institucionais, o que vai contribuir para reduzir custos de manutenção das entidades filantrópicas que atendem pessoas com deficiência e suas famílias.

O deputado estadual Wilson Santos (PSD), um dos autores da legislação, destaca que a iniciativa dá o apoio ao trabalho desenvolvido pelas instituições. Também, assinam a proposta os deputados estaduais Max Russi (Podemos), Dr. João (MDB) e Diego Guimarães (Republicanos). 

“Essa lei representa um apoio às APAEs e às Associações Pestalozzi que desempenham um trabalho fundamental às pessoas com deficiência. A isenção da taxa pode ajudar essas instituições a direcionar recursos para outras necessidades dos alunos e de suas famílias”, explica o parlamentar.

Para ter direito à isenção, as instituições deverão comprovar anualmente a manutenção de sua finalidade filantrópica e sem fins lucrativos, a regularidade fiscal e trabalhista, a permanência do título de utilidade pública estadual e a aplicação integral dos recursos na realização de seus objetivos institucionais. A proposta também estabelece que o benefício não dispensa o cumprimento das normas de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), nem a obtenção do respectivo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).

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Tanto que a diretora pedagógica da APAE de Rondonópolis, Jacira Ribeiro, realiza no momento com o CBMMT a renovação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), concedido pelo governo federal à instituição, cuja validade termina em dezembro de 2026 – com duração de cinco anos. Ela também avalia positivamente a medida e ressalta a importância das instituições de todo o estado terem conhecimento do benefício. 

Para ela, a isenção pode representar um alívio financeiro, especialmente para entidades que possuem estruturas amplas e precisam investir na adequação das instalações às exigências de segurança. Também, destacou que o valor da taxa varia conforme as características do imóvel, o que pode representar uma despesa significativa para as instituições filantrópicas.

A APAE de Rondonópolis, atualmente, é mantida por meio de convênios, recursos humanos a nível municipal e estadual e da busca constante por novas fontes de arrecadação de recursos. Também, a entidade recorre a emendas parlamentares, desenvolvem projetos e promovem eventos para levantar verbas e custear as despesas de funcionamento já que são atendidos 235 alunos.

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