MATO GROSSO
Intermat entrega escrituras rurais na 5ª edição da Expedição Araguaia-Xingu
MATO GROSSO
O Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat) participa da 5ª edição da Expedição Araguaia-Xingu nos municípios de São Félix do Araguaia e Cocalinho. Na ocasião, serão entregues escrituras de propriedades rurais para 96 famílias.
No dia 2 de dezembro, em São Félix do Araguaia, serão entregues 24 escrituras do Assentamento Zeca da Doca na Escola Estadual Severiano Neves, às 16 horas. Já em Cocalinho, a entrega para 72 moradores do Assentamento Novo Horizonte II ocorre no dia 4 de dezembro, às 10 horas, na Escola Municipal José Umberto Moreira.
O presidente do Intermat, Francisco Serafim, destacou a importância da ação, promovida pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que este ano conta com cerca de 40 parceiros.
“A colaboração entre as diferentes esferas de poder, visando atender às necessidades fundamentais da população, seja em termos de cidadania nos serviços judiciários, na saúde ou no âmbito social, é de grande importância. O foco principal é impactar positivamente a vida de inúmeras pessoas. É uma grande honra fazer parte desse projeto tão importante desenvolvido pelo Poder Judiciário de Mato Grosso”, disse.
A Expedição Araguaia-Xingu ocorre em parceria com diversas instituições públicas e privadas. Além do Intermat, as secretarias de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Saúde (SES), Educação (Seduc), Cultura, Esporte e Lazer (Secel) e Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), Perícia Oficial de Identificação Científica (Politec), Corpo de Bombeiros, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar e Defesa Civil também participam da expedição de 14 dias na região Araguaia, levando serviços de cidadania à população.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Lei garante isenção da taxa de incêndio para APAEs e Associações Pestalozzi de MT
As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) e as Associações Pestalozzi, regularmente constituídas e declaradas de utilidade pública estadual em Mato Grosso, poderão ser isentas da Taxa de Segurança Contra Incêndio (TACIN), por meio da Lei nº 13.491/2026 . A medida contempla imóveis e atividades diretamente vinculados às finalidades institucionais, o que vai contribuir para reduzir custos de manutenção das entidades filantrópicas que atendem pessoas com deficiência e suas famílias.
O deputado estadual Wilson Santos (PSD), um dos autores da legislação, destaca que a iniciativa dá o apoio ao trabalho desenvolvido pelas instituições. Também, assinam a proposta os deputados estaduais Max Russi (Podemos), Dr. João (MDB) e Diego Guimarães (Republicanos).
“Essa lei representa um apoio às APAEs e às Associações Pestalozzi que desempenham um trabalho fundamental às pessoas com deficiência. A isenção da taxa pode ajudar essas instituições a direcionar recursos para outras necessidades dos alunos e de suas famílias”, explica o parlamentar.
Para ter direito à isenção, as instituições deverão comprovar anualmente a manutenção de sua finalidade filantrópica e sem fins lucrativos, a regularidade fiscal e trabalhista, a permanência do título de utilidade pública estadual e a aplicação integral dos recursos na realização de seus objetivos institucionais. A proposta também estabelece que o benefício não dispensa o cumprimento das normas de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), nem a obtenção do respectivo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).
Tanto que a diretora pedagógica da APAE de Rondonópolis, Jacira Ribeiro, realiza no momento com o CBMMT a renovação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), concedido pelo governo federal à instituição, cuja validade termina em dezembro de 2026 – com duração de cinco anos. Ela também avalia positivamente a medida e ressalta a importância das instituições de todo o estado terem conhecimento do benefício.
Para ela, a isenção pode representar um alívio financeiro, especialmente para entidades que possuem estruturas amplas e precisam investir na adequação das instalações às exigências de segurança. Também, destacou que o valor da taxa varia conforme as características do imóvel, o que pode representar uma despesa significativa para as instituições filantrópicas.
A APAE de Rondonópolis, atualmente, é mantida por meio de convênios, recursos humanos a nível municipal e estadual e da busca constante por novas fontes de arrecadação de recursos. Também, a entidade recorre a emendas parlamentares, desenvolvem projetos e promovem eventos para levantar verbas e custear as despesas de funcionamento já que são atendidos 235 alunos.
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