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Minas atinge marco histórico com processamento de 74,8 milhões de toneladas de cana

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Minas Gerais atingiu um marco histórico na safra atual, com o processamento de 74,8 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, representando um aumento de 13,7% em comparação com o período anterior. Os dados divulgados pela Siamig – Associação das Indústrias Sucroenergéticas de Minas Gerais confirmam esse recorde na moagem para esta temporada.

Houve também um expressivo aumento na produção de açúcar, atingindo a marca de 5,19 milhões de toneladas, um incremento de 16,1% em relação ao ano passado. Apenas na segunda metade de outubro, a produção de açúcar alcançou 286 mil toneladas, um aumento significativo de 47% em comparação com o mesmo período na safra anterior.

Em relação ao etanol, a fabricação total atingiu a marca de 3,08 bilhões de litros, registrando um sólido aumento de 11% em comparação com o mesmo período do ano passado. O etanol hidratado contribuiu com 1,8 milhões de metros cúbicos, enquanto o etanol anidro atingiu 1,2 milhões de metros cúbicos, representando aumentos de 12,9% e 7,6%, respectivamente, em comparação com a safra 2022/23.

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O mix de produção acumulado demonstra uma tendência de 51% para o açúcar, um aumento de 1 ponto percentual em relação à safra anterior. Mário Campos, presidente da Siamig, destaca os recordes de produção de cana nesta safra em Minas Gerais. Com uma projeção de ultrapassar 76 milhões de toneladas, Campos ressalta o aumento da produtividade agrícola e a manutenção da qualidade da matéria-prima como fatores determinantes para esse sucesso.

Fonte: Pensar Agro

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Demanda por fertilizantes em MT pode crescer até 39% até 2034

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Assessoria/Sedec

A demanda por fertilizantes em Mato Grosso poderá crescer entre 29% e 39% até 2034, segundo projeções de estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O diagnóstico também aponta caminhos para atender às necessidades futuras da produção agrícola e propõe a criação de um polo de referência em fertilizantes e nutrição de plantas no estado.

Os resultados foram apresentados na quarta-feira (14.10), em reunião com representantes do Governo de Mato Grosso. Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e a Fundação Uniselva, o estudo inclui uma proposta técnica para estruturar um Hub do Centro de Excelência em Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP), com escritório previsto para o Parque Tecnológico, em Várzea Grande.

“A ideia é criar uma estrutura permanente que conecte governo, universidades, empresas e produtores para desenvolver pesquisas e testar tecnologias. Entre os objetivos estão melhorar o aproveitamento dos fertilizantes nas lavouras, buscar alternativas de abastecimento e atrair investimentos para o setor”, explicou a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa.

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Além das projeções de consumo, o levantamento analisou oportunidades, dificuldades e o potencial de aproveitamento de resíduos agropecuários na cadeia de fertilizantes. Os pesquisadores também estudaram experiências de centros de excelência em países como Marrocos, Alemanha, Holanda, Austrália, China e Estados Unidos, visitados durante missões técnicas.

Para tirar a proposta do papel, foi discutida a prorrogação do Convênio nº 1807/2025, para estruturação do Hub do CEFENP em Mato Grosso.  A intenção é dar continuidade ao trabalho, passando do diagnóstico para a estruturação do Hub.

Outra agenda, realizada na sede da Sedec, tratou da preparação do Fórum Internacional de Fertilizantes, Nutrição de Plantas e Segurança Alimentar, previsto para 18 de novembro, em Cuiabá. O evento deverá marcar o lançamento do Movimento Mato Grosso Pró-Fertilizantes, voltado à mobilização de instituições públicas, pesquisadores e empresas em torno de projetos para o setor.

“Durante o fórum, está prevista a assinatura de um memorando de entendimento multilateral, documento que deverá registrar o compromisso de cooperação entre as instituições participantes. A articulação pretende apoiar pesquisas, inovação, atração de investimentos e o desenvolvimento de atividades industriais ligadas aos fertilizantes”, comentou Linacis.

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