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Prefeito participa da assinatura de retomada das obras na MT-240 em Diamantino

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O Prefeito de Diamantino, Dr. Manoel Loureiro, esteve presente na Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) em Cuiabá nesta terça-feira (28.11), durante a assinatura da ordem de serviço para a retomada das obras de pavimentação da MT-240, no município de Diamantino. Com cerca 23.7 km de extensão, a rodovia tem um investimento de R$ 48 milhões do Governo do Estado de Mato Grosso.

A pavimentação, que dá acesso à BR-163, encurtará o percurso entre Diamantino e Nova Mutum em até 50 quilômetros. A obra chegou a ser iniciada neste ano de 2022, mas foi paralisada devido ao início de um processo de desapropriação da via pública.

Acompanhando de perto o processo de retomada, Dr. Manoel Loureiro destacou que o asfalto auxiliará na logística de escoamento de produtos da região, fortalecendo a relação e o desenvolvimento dos municípios beneficiados.

“A pavimentação traz muitos benefícios para a economia local e regional. Na agricultura vai diminuir os custos, trazer mais segurança para os produtores escoarem sua produção. Traz melhorias também para toda a sociedade, movimentando outros segmentos como transporte, prestadores de serviço em Diamantino.”

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Estiveram presentes o secretário municipal de Meio Ambiente e Cidade, Milton Criveletto; o presidente da Câmara Municipal de Vereadores, Arnildo Neto, juntamente com os vereadores Ranielli Lima e Michele Carrasco, e o ex-prefeito de Diamantino, Chico Mendes.

Além da estrada, a Sinfra-MT também liberou a construção de uma ponte sobre o Rio Preto, e mais R$ 300 mil de aditivo para a finalização da praça no bairro Buriti.

Fonte: Prefeitura de Diamantino MT

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Em defesa da população, prefeito Chico Mendes cobra respostas da Águas de Diamantino durante audiência pública

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Em audiência pública realizada nesta quarta-feira (14.10), no Mini Centro Olímpico Darcy Capistrano, em Diamantino, foram discutidos os problemas no abastecimento de água e a prestação dos serviços de esgotamento sanitário no município. O encontro reuniu representantes do poder público, da concessionária Águas de Diamantino, da Agência Intermunicipal de Regulação e Fiscalização (AGIRF) e moradores para apresentar demandas, cobrar esclarecimentos e discutir medidas para melhorar os serviços.

Durante a audiência, o prefeito Chico Mendes apresentou o posicionamento da administração municipal em defesa da população diante das reclamações sobre a falta de água e cobrou respostas da concessionária sobre as interrupções no fornecimento. Entre os principais pontos discutidos estiveram as causas dos problemas, os investimentos realizados e as medidas necessárias para garantir a regularidade do abastecimento.

“A falta de água em Diamantino é inadmissível. A população tem razão de cobrar e nós também estamos cobrando. Durante nossa gestão, buscamos compreender as obrigações previstas no contrato, cobramos a concessionária e acionamos a AGIRF para acompanhar a situação. Agora, queremos respostas concretas, com medidas que realmente resolvam os problemas.”

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O contrato de concessão nº 217/2014, firmado entre o Município e a Águas de Diamantino, estabelece as responsabilidades da empresa pela operação, manutenção e execução dos investimentos nos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário. A Prefeitura, como poder concedente, tem a atribuição de acompanhar a execução contratual, enquanto a Agência Intermunicipal de Regulação e Fiscalização (AGIRF) é responsável pela regulação e fiscalização dos serviços.

Os indicadores de desempenho da concessionária também integraram a pauta. Um diagnóstico técnico de setembro de 2026 apontou um índice de perdas de água de 68%, dado que serviu de referência para a discussão sobre o cumprimento das metas previstas no contrato. 

Outro assunto abordado foi a proposta de atualização do contrato de concessão, firmado em 2014. A administração municipal trabalha na revisão de metas e indicadores de desempenho, além da previsão de planos e protocolos para situações emergenciais e da adequação das metas de cobertura do esgotamento sanitário às exigências do Marco Legal do Saneamento Básico.

 

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