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Agronegócio brasileiro participa de feira na Alemanha e espera negociar US$ 3,5 bilhões

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O Brasil está representado na Anuga 2023, uma renomada feira internacional da indústria de alimentos e bebidas sediada em Colônia, Alemanha, reconhecida como uma das maiores do mundo.

As expectativas são elevadas, com previsões de que empresas brasileiras possam fechar negócios avaliados em cerca de US$ 3,5 bilhões durante o evento, abrangendo acordos imediatos de venda e contratos futuros para o agronegócio.

A feira deste ano, de acordo com os organizadores, reúne mais de 7 mil expositores oriundos de cerca de 100 países. O tema da feira é: abertura e transparência, confiança e parceria, tendências e transformação: No caminho para um sistema alimentar sustentável e justo, a indústria alimentar global está atualmente a passar por mudanças dinâmicas. Sendo a principal feira mundial de alimentos e bebidas, a Anuga reúne a maior comunidade industrial internacional e gera um espírito positivo de otimismo.

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, que está na Alemanha com uma comitiva, representando o Brasil, enfatiza a Anuga como uma vitrine crucial para exibir a qualidade dos produtos brasileiros, destacando o compromisso com a sustentabilidade. Ele também participou da inauguração do Pavilhão Brasileiro, onde as negociações para ampliação de acordos internacionais, a conquista de novos mercados e a promoção de produtos estão em curso.

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O evento conta com a presença de 254 empresas brasileiras, distribuídas em seis pavilhões, organizados pela ApexBrasil, Abiec e ABPA, demonstrando a relevância da indústria alimentícia brasileira no cenário global, conforme destacado pelo presidente da ApexBrasil, Jorge Viana.

Fonte: Pensar Agro

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Demanda por fertilizantes em MT pode crescer até 39% até 2034

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Assessoria/Sedec

A demanda por fertilizantes em Mato Grosso poderá crescer entre 29% e 39% até 2034, segundo projeções de estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O diagnóstico também aponta caminhos para atender às necessidades futuras da produção agrícola e propõe a criação de um polo de referência em fertilizantes e nutrição de plantas no estado.

Os resultados foram apresentados na quarta-feira (14.10), em reunião com representantes do Governo de Mato Grosso. Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e a Fundação Uniselva, o estudo inclui uma proposta técnica para estruturar um Hub do Centro de Excelência em Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP), com escritório previsto para o Parque Tecnológico, em Várzea Grande.

“A ideia é criar uma estrutura permanente que conecte governo, universidades, empresas e produtores para desenvolver pesquisas e testar tecnologias. Entre os objetivos estão melhorar o aproveitamento dos fertilizantes nas lavouras, buscar alternativas de abastecimento e atrair investimentos para o setor”, explicou a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa.

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Além das projeções de consumo, o levantamento analisou oportunidades, dificuldades e o potencial de aproveitamento de resíduos agropecuários na cadeia de fertilizantes. Os pesquisadores também estudaram experiências de centros de excelência em países como Marrocos, Alemanha, Holanda, Austrália, China e Estados Unidos, visitados durante missões técnicas.

Para tirar a proposta do papel, foi discutida a prorrogação do Convênio nº 1807/2025, para estruturação do Hub do CEFENP em Mato Grosso.  A intenção é dar continuidade ao trabalho, passando do diagnóstico para a estruturação do Hub.

Outra agenda, realizada na sede da Sedec, tratou da preparação do Fórum Internacional de Fertilizantes, Nutrição de Plantas e Segurança Alimentar, previsto para 18 de novembro, em Cuiabá. O evento deverá marcar o lançamento do Movimento Mato Grosso Pró-Fertilizantes, voltado à mobilização de instituições públicas, pesquisadores e empresas em torno de projetos para o setor.

“Durante o fórum, está prevista a assinatura de um memorando de entendimento multilateral, documento que deverá registrar o compromisso de cooperação entre as instituições participantes. A articulação pretende apoiar pesquisas, inovação, atração de investimentos e o desenvolvimento de atividades industriais ligadas aos fertilizantes”, comentou Linacis.

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