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Corregedoria bate-papo com juízes do Polo de Rondonópolis durante Projeto ELO

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A Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) do Poder Judiciário de Mato Grosso realizou reunião com os magistrados do polo de Rondonópolis (a 212 km ao sul de Cuiabá), como parte das atividades da 2ª edição do Projeto ELO – Fortalecendo a Justiça, evento realizado pela Administração do Tribunal de Justiça, entre os dias 02 e 05 de outubro. O encontro ocorreu na manhã de terça-feira (03), no Tribunal do Júri do Fórum da Comarca. O juiz-auxiliar da CGJ, Emerson Cajango, representou o corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, que participa da 92ª edição do Encontro do Colégio de Corregedores dos Tribunais de Justiça do Brasil (ENCOGE), em São Luís (MA). 
 
Acompanhado pelo coordenador da Corregedoria, Flávio Paiva, Emerson Cajango conta que teve um “bate-papo” com os colegas magistrados. “Tivemos um bate-papo com todos os magistrados do polo e apresentamos a face da Corregedoria: a sua identidade organizacional e o que a corregedoria espera deles”, declarou o juiz-auxiliar.
 
Durante o bate-papo, temas como análise de dados e gerenciamento das unidades foram abordados. “Qual é a forma que o magistrado faz para ter um melhor rendimento no seu dia a dia? Quais painéis ele tem que abrir? Como fazer as melhores escolhas? Quais escolhas vão gerar uma melhor produtividade para esse magistrado com base em dados? Demos dicas para a melhoria da performance das varas”, questionou Cajango. “Nós do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso temos painéis que permite tanto ao magistrado, quanto a assessoria, ter o efetivo controle daquilo que a unidade vai produzir, bem como acompanhar o que a sua assessoria e os seus servidores estão produzindo”, completou.
 
De acordo com o juiz-auxiliar da CGJ, a reunião proporcionada pelo ELO foi um verdadeiro momento de interação entre colegas, de tirar dúvidas do dia a dia de trabalho. “A Corregedoria-Geral da Justiça está satisfeita com o resultado alcançado”, finalizou.
 
Durante o encontro em Rondonópolis, o coordenador Flávio Paiva apresentou um panorama do plano de gestão do desembargador Juvenal, destacando a atuação da Central de Processamento Eletrônico (CPE) e o esforço do Judiciário mato-grossense para atender ao programa Justiça 4.0, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Esse esforço inclui a implementação do Juízo 100% Digital e dos Núcleos de Justiça Digital: Núcleo de Justiça Digital de Direito Bancário, Núcleo de Justiça Digital de Execução Fiscal Estadual, Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo), Núcleo de Atuação Estratégica (NAE), Núcleo de Afastamento e Substituição (NAS); e o Núcleo Digital dos Juizados Especiais.
 
“Falamos um pouquinho sobre o futuro, o que está por vir, que são os Núcleos de justiça 4.0. Esta é uma forma de desidratação dos processos que tínhamos nas Varas Únicas, agora eles tramitam por esses Núcleos 4.0, dependendo da matéria ele será impulsionado por um deles”, informa o coordenador.
 
Além de magistrados de Rondonópolis, participam da 2ª edição do Projeto ELO – Fortalecendo a Justiça juízes de Pedra Preta, Itiquira, Guiratinga, Alto Garças, Alto Taquari e Alto Araguaia.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagens: 1 – Print de tela. Juiz-auxiliar Emerson Cajango bate-papo com magistrados do pólo Rondonópolis. 2 – Foto do coordenador da CGJ, Flávio Paiva, falando ao microfone. Ao fundo, surge o logo do projeto ELO.
 
Alcione dos Anjos/ Maycon Xavier 
Assessoria de Comunicação da CGJ-MT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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