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Sema-MT combate extração ilegal de minérios no Norte de Mato Grosso

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A Secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT), com o apoio do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar, realizou, na Região Norte do Estado, mais uma fase da Operação Amazônia, para o combate à extração ilegal de minérios. A ação resultou na apreensão de 12 equipamentos, sete autuações com embargos e na aplicação inicial de R$ 130 mil em multas.

A operação ocorreu nos municípios de Colíder, Carlinda e Paranaíta, entre os dias 19 e 21 de setembro, com base em alertas remotos de monitoramento por satélite, na investigação feita pela Superintendência de Fiscalização da Sema-MT, bem como por meio de denúncias formalizadas pelo canal da ouvidoria da Pasta.

Durante a fiscalização foram realizadas autuações nos empreendimentos que operavam sem Licença de Operação para a atividade de extração mineral e embargados àqueles que operavam de forma irregular, os quais foram multados e tiveram os maquinários apreendidos.

Ao todo foram apreendidas quatro máquinas escavadeiras e oito motores estacionários. Os equipamentos foram destinados para as Prefeituras de Colíder e de Paranaíta, como fiéis depositárias.

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A Operação Amazônia foi deflagrada em março deste ano pelo Governo de Mato Grosso, que colocou 200 servidores em campo e equipes de monitoramento remoto para promover a responsabilização de infratores contra crimes ambientais.

Canal de denúncia

A Sema-MT atende denúncias da população contra crimes ambientais e pescas predatórias no telefone 0800 065 3838, pelo e-mail ouvidoria@sema.mt.gov.br, pelo WhatsApp (65) 99321-9997 e em suas Unidades Regionais.

Quem se deparar com algum crime ambiental também pode denunciar por meio do contato da Polícia Militar -190.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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