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Idoso que oferecia doces e abusava de crianças na saída de escola é preso pela Polícia Civil

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Policiais da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Tangará da Serra prenderam nesta segunda-feira (18.09) um homem de 64 anos investigado pelo crime de estupro de vulnerável.

No final de agosto, a mãe de uma criança procurou a Polícia Civil relatando que sua filha tinha sido importunada sexualmente por um homem que mantinha um comércio em frente ao colégio onde a vítima estuda. A unidade especializada instaurou inquérito para apuração dos fatos e encaminhou a vítima para exame de corpo de delito e oitiva em depoimento especial.

No decorrer das diligências realizadas foi apurado que o idoso, de 64 anos, oferecia doces para que depois tocasse o corpo de várias crianças.

A equipe de investigação apurou que o idoso tem uma pequena mercearia onde faz a venda de guloseimas e outros produtos alimentícios voltados para atender o público escolar e que o investigado ficava em frente ao estabelecimento quando chegava o horário de saída das crianças. “Tal posicionamento facilitava o aliciamento das crianças que porventura passassem pela frente do local”, pontuou o delegado Jean Paulo Nascimento.

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Com os elementos informativos colhidos na investigação, o delegado requereu a prisão temporária do idoso com o fim de cessar as práticas criminosas. “As crianças que frequentam o ambiente escolar estão em risco com a liberdade do investigado, que age se aproveitando da inocência das crianças que acabam por aceitar determinados toques em troca dos doces”, argumentou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre 26 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico e lavagem de capitais

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.10), a Operação Fio para cumprimento de 26 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais. 

Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, expedidas pela Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo da Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

Os mandados são cumpridos simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, e Litoral Sul de São Paulo. A operação conta com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, Delegacia de Mirassol d’Oeste e Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).

Investigações

As ordens judiciais são decorrentes de investigação conduzida pela Polícia Civil que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes e com a movimentação de recursos relacionados às atividades criminosas.

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No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a participação de diferentes investigados na atividade criminosa, além de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada de alguns dos envolvidos e possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.

Entre os alvos está um investigado que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande. Na ocasião, homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos em sua direção, porém ele não foi atingido. Posteriormente, o investigado teria se deslocado para outra localidade. 

As circunstâncias do atentado e eventual relação do episódio com a atividade do tráfico e outras situações apuradas dentro na Operação Fio permanecem sob investigação.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Descapitalização financeira

As 12 medidas de bloqueios de bens possuem limites definidos conforme a situação de cada alvo. Para alguns investigados, foi autorizado o bloqueio integral dos ativos financeiros eventualmente localizados, enquanto, para outros, foram estabelecidos limites individualizados, com valores aproximados de R$ 300 mil, podendo alcançar R$ 1,4 milhão no maior limite individual fixado.

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As medidas cautelares buscam interromper a atuação criminosa investigada, preservar elementos de prova e evitar a eventual dissipação de ativos que possam estar relacionados aos delitos apurados.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

As investigações prosseguem, especialmente com a análise dos novos elementos que forem arrecadados durante o cumprimento das medidas judiciais, visando ao aprofundamento das apurações e à conclusão da investigação.

A ação reforça a atuação permanente da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas, assim como a importância da participação da sociedade no fornecimento de informações que possam contribuir para a identificação e responsabilização de pessoas envolvidas em atividades criminosas.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 



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