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Politec capacita peritos para uso de equipamento de alta precisão nas análises em drogas

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) está capacitando os peritos criminais oficiais do interior do estado para a realização de perícias em drogas, com o uso do equipamento FTIR (Espectroscopia no Infravermelho por Transformada de Fourier) e teste colorimétrico, que garantem resultados precisos e seguros, conforme os padrões de identificação forense de drogas estabelecidos internacionalmente.

O curso começou na segunda-feira (11.09) e segue até o dia 22 deste mês.

A capacitação está sendo ministrada pelo gerente de perícias em química forense Ewerton Barros, e ensina a usar o equipamento no exame definitivo de drogas.

Os peritos são orientados especialmente para a identificação de impurezas de outras substâncias que possam interferir no resultado do exame.

Participam do curso peritos oficiais de municípios do interior do estado, entre eles de Barra do Garças, Cáceres, Nova Mutum, Sinop, Sorriso, Alto Araguaia. Os alunos têm acesso às técnicas para que o processo de reconhecimento dos entorpecentes ocorra de maneira ágil e hábil.

Atualmente, todas as 16 unidades da Politec da capital e do interior já realizam os exames definitivos de drogas.

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A Politec vem buscando aprimorar o conhecimento dos peritos oficiais e capacitá-los para melhoria do desempenho e agilidade na entrega dos resultados, tornando assim, rápida e eficiente resposta ao combate do tráfico e consumo de drogas ilícitas.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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