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Alunos do Programa SER Família Criança participam de desfile em Poconé

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Crianças matriculadas no Programa SER Família, em Poconé, participaram pela primeira vez, na manhã desta quinta-feira (07.09), do desfile alusivo à comemoração da Independência do Brasil. O programa, idealizado pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, atende cerca de 500 crianças.

O Programa SER Família Criança é gerido pela Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc), por meio da equipe técnica da Secretaria Adjunta de Programa e Projetos Especiais e Atenção à Família (Sappeaf), e conta com a parceria do município de Poconé, que doou o terreno para a construção e contribui com parte do custo de manutenção, bem como é responsável pela execução do programa.

A secretária adjunta da Sappeaf, Juliane Maciel, ressaltou que a participação das crianças no desfile vai ao encontro da proposta do programa.

“Inserir as crianças do SER Família Criança no desfile de 7 de Setembro, de comemoração da independência do país, é de grande valia, pois ensina a importância do patriotismo, da defesa da pátria e da honra. Tudo isso ajuda com que elas cresçam com esse costume, com essa visão. E isso vem ao encontro do que é a proposta do Programa, que é de dar condições educacionais, físicas e psicológicas para que essas crianças trilhem um caminho de prosperidade e de qualidade em suas vidas”, completou.

A professora Juracy Pereira Leite, coordenadora municipal do Programa SER Família Criança, falou sobre a participação do Programa, pela primeira vez, no Desfile de 7 de Setembro.

“Nós fomos convidados para participar de uma data tão especial e esse é o primeiro desfile do primeiro programa no Estado, pois somos piloto, graças a nossa primeira-dama Virginia que escolheu o município de Poconé. Nós somos muito gratos a ela, junto com a parceira do município. Nossas crianças vieram demonstrando todas as atividades desenvolvidas: o balé, a arte, a música, a capoeira, a estimulação cognitiva. Os pais estão muito felizes com o programa e é muito emocionante ver o brilho nos olhos das nossas crianças, que estão tendo a oportunidade participar pela primeira vez de um desfile cívico”, contou.

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Com um investimento de aproximadamente R$ 7 milhões por ano pelo Governo de Mato Grosso, o programa SER Família Criança proporciona aos alunos as seguintes atividades, em regime de contraturno: oficinas lúdicas, cognitivas, esportivas e culturais, bem como os serviços socioassistenciais, socioculturais, socioeducativos e psicológicos para crianças em situação de vulnerabilidade e alto risco social, auxiliando-os na superação de tais fatores.

Para a primeira-dama e secretária de Assistência Social, Emprego e Renda de Poconé, Joelma Gomes, foi emocionante ver os primeiros frutos do Programa SER Família Criança desfilando no 7 de setembro.

“É muito emocionante a gente já poder ver os frutos do Programa SER Família Criança, tão cedo, tão rápido. É sinal de que nossas crianças mereciam mesmo isso. Só temos que agradecer a nossa primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, que sonhou, idealizou e promoveu cada momento de oportunidade para hoje eles estarem aí, distribuindo alegria e mostrando o aprendizado, a evolução que tiveram as crianças vulneráveis do município de Poconé. É gratificante para uma gestora da pasta da assistência social, para um prefeito de município, poder ver tantas crianças mostrando os seus talentos. E com o empenho da Setasc, da secretária Grasi Bugalho, e da primeira-dama Virginia, temos buscado ampliar esse atendimento, e com a graça de Deus nós vamos conseguir”, enfatizou.

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O Programa SER Família Criança atende crianças com idade entre 04 e 12 anos e em situação de vulnerabilidade. A unidade existente em Poconé é considerada piloto, já que o projeto é de que outras unidades sejam construídas em outros municípios de Mato Grosso.

Todos os alunos recebem as refeições em cada turno, além de uniformes, tanto para aulas de reforço escolar quanto para participação das atividades esportivas e culturais.

Para Marileide Arruda Leite, avó de uma das alunas do SER Família Criança, o projeto é muito importante para o município de Poconé.

“O programa está sendo muito bom pra minha neta. Estão de parabéns a primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, e a primeira-dama do município. Poconé precisa de um programa como esse. Nós temos muitas crianças que precisam desse apoio para chegar em um certo patamar de poder viver uma vida social maravilhosa. Posso falar pela população de Poconé, estamos muito contentes. As nossas crianças estão indo pra lá e está sendo maravilhoso para toda a família poconeana. Eu estou aqui para agradecer”, afirmou.

Luciane Marques, mãe da Caterine Luzia, de 8 anos, também ressaltou a importância do programa SER Família Criança para o município de Poconé.

“Esse programa é importante para o entrosamento da sociedade com a Gestão, e por estar buscando esse resgate as crianças de lugares que podiam ir, lugares indevidos, e fortalece o sentimento familiar. Hoje ela faz balé, estimulação cognitiva, participa da parte esportiva do programa. Ela adora. Tudo isso é ótimo. Você sente que seu filho está sendo bem acolhido”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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