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Polícia Civil recupera 13 aparelhos celulares roubados de vítimas em VG

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Treze celulares, avaliados em R$ 16 mil e provenientes de crimes de roubos e furtos ocorridos em Várzea Grande, foram recuperados pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município.

A ação que resultou na apreensão dos aparelhos, realizada na terça-feira (05.09), faz parte do trabalho de combate ao crime de receptação, sendo vertente considerada prioridade para Derf de Várzea Grande.

Conforme a delegada titular da unidade, Elaine Fernandes da Silva, além de identificar e responsabilizar os autores dos crimes originários (roubos e furtos) é preciso prender e responsabilizar quem fomenta esses crimes patrimoniais, que são os receptadores.

Dentre as ocorrências, está o roubo ocorrido no dia 28 de junho, em via pública, no bairro Ikaray. A vítima foi abordada por dois indivíduos em uma motocicleta XRE. O garupa portando uma faca e mediante graves ameaças, subtraiu o Smartphone da vítima avaliado em R$ 2 mil.

O segundo roubo foi no dia 10 de julho, em uma empresa localizada no bairro Novo Mundo, quando três homens armados invadiram o local. Na ocasião um dos criminosos ameaçou cortar o dedo de uma das vítimas, bem como roubaram vários objetos e um Smartphone no valor de R$ 1,8 mil.

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Dois dos autores deste roubo foram identificados e presos pelos policiais civis da Derf de Várzea Grande, na Operação Celato, deflagrada no dia 23 de agosto.

O terceiro roubo foi no dia 10 de agosto, na região central de Várzea Grande. A vítima chegava em sua residência e foi surpreendida por dois homens armados, os quais roubaram o celular avaliado em R$ 1,6 mil, além de outros pertences.

MANDADO DE PRISÃO

Ainda na tarde de terça-feira (05.09), a Derf de Várzea Grande cumpriu um mandado de prisão preventiva em desfavor de um jovem de 23 anos.

O procurado estava com a ordem judicial expedida pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá, sendo preso no bairro Novo Paraíso, na Capital.

O suspeito foi condenado pelo oubo cometido em março de 2020, no bairro CPA I. Durante a fuga, ele entrou em confronto com a Polícia Militar e foi alvejado.

Após ser cumprida o mandado de prisão preventiva, o preso foi colocado à disposição da Justiça.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Acusado de feminicídio é encontrado morto em cela de presídio em Várzea Grande

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Joilson Bonifácio Correia de Sousa Silva, de 44 anos, foi encontrado morto na manhã deste sábado (17) em uma cela da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Ele era acusado de assassinar a ex-companheira, Conceição Moreira da Silva, de 31 anos, com aproximadamente 16 golpes de faca, em Chapada dos Guimarães.

Informações preliminares repassadas à reportagem indicam que Joilson estava sozinho na cela quando foi localizado. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa da morte nem sobre as circunstâncias em que o corpo foi encontrado. A hipótese inicial de que não houve participação de outras pessoas depende de apuração e não foi confirmada.

As autoridades deverão realizar perícia médico-legal e examinar registros da unidade prisional para esclarecer o horário e a causa do óbito, além das condições em que o detento permaneceu sob custódia do Estado.

Joilson estava preso desde a noite de 10 de outubro, quando foi detido após a morte de Conceição. O feminicídio ocorreu por volta das 21h, na Rua do Ipê, nas proximidades da Mercearia Azevedo, no bairro São Sebastião, em Chapada dos Guimarães, a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá.

Segundo os registros policiais, Conceição havia saído do trabalho em um supermercado e seguia de bicicleta para uma pizzaria quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Ele teria aguardado a passagem dela e iniciado o ataque em via pública. A vítima foi derrubada e atingida por aproximadamente 16 golpes de faca.

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A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após testemunhas relatarem que uma mulher era atacada com uma arma branca. Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito contido por moradores. Joilson tinha ferimentos pelo corpo e um corte na cabeça, atribuídos à reação de pessoas que presenciaram o ataque. A faca indicada como instrumento do crime foi apreendida.

Socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Conceição foi encaminhada para atendimento médico, mas morreu em decorrência da gravidade dos ferimentos. O caso foi registrado no boletim de ocorrência nº 2026.343185 e passou a ser investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Vítima havia denunciado ameaças

Conceição havia procurado as autoridades para denunciar ameaças do ex-companheiro. Em 28 de setembro, 12 dias antes de ser morta, obteve uma medida protetiva de urgência após relatar episódios de violência e intimidação.

De acordo com informações divulgadas sobre o procedimento policial, ela havia voltado à residência onde morava com Joilson para buscar pertences, acompanhada de dois irmãos. Na ocasião, ele teria se armado com uma faca e ameaçado a mulher. Os familiares intervieram, e ela não foi atingida.

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Depois do episódio, Conceição registrou denúncia por ameaça no contexto de violência doméstica. O procedimento apontava risco grave à integridade da vítima. Informações levantadas durante a investigação indicaram que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e perseguia a ex-companheira.

Mãe de três filhos, Conceição teve a morte lamentada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Chapada dos Guimarães, que também questionou a efetividade da proteção oferecida após as denúncias.

Prisão preventiva

Joilson foi preso em flagrante em 10 de outubro. No dia seguinte, durante audiência de custódia, o juiz plantonista André Barbosa Guanaes Simões converteu a prisão em flagrante em preventiva. A medida manteve o acusado sob custódia enquanto avançavam os procedimentos judiciais, mas não representava condenação definitiva.

Com a confirmação formal da morte, a Justiça poderá reconhecer a extinção da punibilidade de Joilson, nos termos do artigo 107, inciso I, do Código Penal. A morte do acusado não impede a apuração de eventuais responsabilidades de outras pessoas, caso sejam identificadas.

Até a conclusão dos procedimentos oficiais, a causa da morte de Joilson permanece indeterminada.

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