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Setembro Amarelo: presidente do TJ e servidores vestem a camisa em apoio à campanha

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso realizou mais uma ação em apoio à campanha Setembro Amarelo, que busca conscientizar a sociedade sobre a prevenção ao suicídio. Como parte das atividades planejadas para esse mês, a presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva e servidores se vestiram de amarelo no Dia D e tiraram uma foto em frente à sede do Judiciário, em Cuiabá.
 
A presidente disse que o viés mais importante da campanha é celebrar a vida, a solidariedade, e principalmente o vínculo e a conexão de uns com os outros, de um olhar mais atento.
 
“Acredito que é um momento muito importante de dar o exemplo a partir do Poder Judiciário influenciando outras pessoas para que também integrem essa campanha em prol da vida, em prol de humanização das relações. Cuidar uns dos outros, olhar mais no olho um do outro para perceber eventual dificuldade que outro esteja passando e realmente dar as mãos uns aos outros para essa prevenção”, destaca a presidente.
 
A diretora-geral do TJ, Euzeni Paiva de Paula destaca a importância da campanha Setembro Amarelo, em prol da vida, e consequentemente as ações realizadas no Judiciário estadual.
 
“É uma ação bem importante porque tem como objetivo a conscientização dos servidores. Essa conscientização faz com que todos nós tenhamos maior cuidado com nossa saúde e com a nossa vida. Um dos pilares da gestão da desembargadora Clarice Claudino é o cuidado com as pessoas, que perpassa pelo cuidado com a saúde física, emocional, a prevenção ao suicídio. Esse mês de setembro, com maior intensidade, teremos palestras e ações quanto a importância desse cuidado conosco e com o próximo, mas é uma campanha perene durante toda a gestão”.
 
Para a vice-diretora-geral do TJ, Claudenice Deijany F. de Costa, a participação dos servidores nessa campanha em favor da vida é fundamental. “Essa preocupação da desembargadora Clarice Claudino se preocupar de fato com a saúde dos servidores e magistrados já é um lema da gestão. Com essa campanha em setembro, mais forte fica a intenção da presidente, que é o cuidar das pessoas, o que demonstra o viés da consensualidade, de querer bem, de pacificação. As pessoas só podem estar em paz consigo e com o próximo quando se tem essa paz de espírito e é o que se fomenta no setembro amarelo”.
 
Em 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) já advertia para o fato de o suicídio ser a 3ª causa de morte de brasileiros na faixa etária de 15 a 29 anos.
 
Desde o dia 1º de setembro, a sede do Poder Judiciário de Mato Grosso e o prédio do Departamento de Saúde do TJ estão iluminados de amarelo. A programação em torno da conscientização a respeito da campanha do Setembro Amarelo envolve também palestras e rodas de conversas com o público interno, além de diversas outras ações ao longo do mês.
 
Paratodosverem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: fotografia em plano aberto mostrando os servidores vestidos com roupas amarelas. O grupo está na área externa, em frente ao Palácio da Justiça. Foto 2: presidente do TJMT está ladeada pela diretora-geral e vice diretora-geral. Elas usam roupas em tons amarelos..
 
Fernanda Calazans (estagiária)/Fotos: Ednilson Aguiar
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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