CUIABÁ

MATO GROSSO

Projeto de Dimensionamento desenvolvido no MPMT é apresentado no Consad

Publicados

MATO GROSSO

Iniciativa desenvolvida pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso foi apresentada nesta terça-feira (22) no XII Congresso Consad de Gestão Pública, em Brasília. O artigo selecionado aborda o tema “Evoluções da organização do trabalho, produtividade, sistemas e processos a partir de um dimensionamento do quadro”, e partiu da experiência do Projeto de Dimensionamento da Força de Trabalho.

A apresentação foi feita pela subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão, Hellen Uliam Kuriki, com apoio do Gerente de Gestão do Departamento de Planejamento e Gestão (Deplan), Diego Dias de Lima, e equipe do Instituto Publix. O artigo teve como autoria a promotora de Justiça, a chefe do Departamento de Planejamento e Gestão, Annelyse Cristine Candido Santos, e a equipe do Instituto Publix, Raphael Salviano e Mário Woortmann, a partir do trabalho desenvolvido pelo Grupo Gestor designado para execução do Projeto de Dimensionamento da Força de Trabalho.

O trabalho, conforme os autores, traz relato sobre a experiência desenvolvida pelo MPMT para execução do Projeto de Dimensionamento da Força de Trabalho na instituição. Informações sobre o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), população, Índice de Gestão Fiscal (IGF), Índice de Progresso Social (IPS) dos municípios e movimentações realizadas em sistemas internos da instituição serviram de parâmetros para projeções e agrupamentos das Promotorias de Justiça, na elaboração do Projeto de Dimensionamento da Força de Trabalho no Ministério Público de Mato Grosso.

Leia Também:  Programa "Solo Seguro" entrega títulos a beneficiários nesta quarta (30) em Mirassol d´Oeste.

Foram relatadas as experiências e resultados como a criação de um Comitê de Dimensionamento e Gestão da Força de Trabalho, ajustes em processos de trabalho, na utilização de sistemas informatizados, a identificação e definição de indicadores de produtividade para unidades administrativas que ainda não os possuíam, a organização do centro suporte administrativo às unidades finalísticas (promotorias e procuradorias), a criação de um BI (business intelligence) para monitorar o volume de demanda e o dimensionamento do quadro.

A base de dados reúne informações dos anos de 2016 a 2021, com projeções até 2027.

Fonte: Ministério Público MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

Publicados

em

O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

Leia Também:  MPMT requer suspensão de lei municipal que majora IPTU em Cuiabá

Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

Leia Também:  Poder Judiciário de Mato Grosso inaugura o primeiro Complexo dos Juizados Especiais do Brasil

Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA