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Núcleo de Previdência é criado no âmbito do Judiciário

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O desembargador Gilberto Giraldelli foi indicado para presidir o Núcleo de Previdência no âmbito do Poder Judiciário estadual, criado por meio da Lei nº 12.175, de 07 de julho de 2023. Conforme a lei, o Núcleo de Previdência é composto por um desembargador presidente, no caso, Gilberto Giraldelli, e por um juiz de Direito, cujo indicado é o juiz auxiliar da Presidência, Túlio Duailibi Alves Souza.
 
Nesta sexta-feira (18 de agosto), ocorreu a primeira reunião do Núcleo com o MT Prev. A reunião serviu para apresentação das equipes e alinhamento das agendas de trabalho. Participaram o desembargador Gilberto Giraldelli, o juiz Túlio Duailibi, o presidente do MT Prev, Elliton Oliveira de Souza, a diretora-geral do TJMT, Euzeni Paiva de Paula, além de servidores do Tribunal que compõem o Núcleo de Previdência e membros da diretoria da autarquia.
 
Além de assumir o Núcleo de Previdência, o desembargador Gilberto Giraldelli também foi indicado pela Presidência do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) para representar o Poder Judiciário junto ao Conselho de Previdência do Estado. Ele substituiu o desembargador Orlando Perri.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Desembargador Gilberto Giraldelli, juiz Túlio Duailibi Alves, presidente do MT Prev, Elliton Oliveira de Souza, diretora-geral do TJMT, Euzeni Paiva de Paula e servidores do Núcleo de Previdência do TJMT e do MT Prev posam para a foto. Todos estão em pé e sorrindo, na mesa oval do Espaço Memória do TJMT.
 
Celly Silva
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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