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Alinhamento: Corregedoria se reúne com novos juízes da Secretaria Unificada dos Juizados Especiais

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A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso, por meio do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje), realizou reunião de alinhamento com os novos juízes integrantes da Secretaria Unificada dos Juizados Especiais, que atende os Juizados Especiais Cíveis do Jardim Glória e Cristo Rei (Comarca de Várzea Grande) e os Juizados Especiais Cíveis sediados no Complexo Maruanã (1º, 2º, 4º e 6º Juizados Especiais Cíveis da Comarca de Cuiabá). O encontro ocorreu nessa segunda-feira (07/08), pela plataforma Microsoft Teams.
 
O objetivo foi apresentar os processos de trabalho e o Manual de Rotinas do Juizado Especial Cível aos novos magistrados. A remoção dos juízes foi aprovada pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça no dia 22 de junho deste ano.
 
A reunião foi conduzida pelo coordenador dos Juizados Especiais do Estado e da Secretaria Unificada dos Juizados Especiais, Luís Aparecido Bortolussi Júnior e pela juíza-auxiliar da Presidência do TJMT e líder do projeto Juizado de Excelência, Viviane Brito Rebello. Além de contar com a participação de representantes do Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais.
 
“Foi um momento para trazer informações sobre o projeto, os procedimentos utilizados, assim como os processos de trabalho da Secretaria Unificada de acordo com o manual, que foi criado ano passado para padronizar todos os procedimentos dos Juizados Especiais Cíveis do Estado”, explicou o coordenador dos Juizados Especiais.
 
Viviane Brito Rebello complementou que a troca de experiência teve o intuito de facilitar o dia a dia dos novos magistrados. “O objetivo maior é fazer um bom atendimento, fazer com que o trabalho ocorra de uma forma tranquila para todos os senhores”, destacou.
 
No dia 22 de junho, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça aprovou a remoção de magistrados e magistradas da entrância final e intermediaria. Confira a nova composição dos Juizados Especiais Cíveis do Jardim Glória e Cristo Rei (Comarca de Várzea Grande) e os Juizados Especiais Cíveis sediados no Complexo Maruanã (1º, 2º, 4º e 6º Juizados Especiais Cíveis da Comarca de Cuiabá):
 
1º Juizado Especial Cível da Comarca de Cuiabá
 
Juíza I – Lucia Peruffo
Juíza II – Cláudia Beatriz Schimidt
 
2º Juizado Especial Cível da Comarca de Cuiabá
 
Juiz I – Marcelo Sebastião Prado de Moraes
Juiz II – Carlos José Rondon Luz
 
4ª Juizado Especial Cível da Comarca de Cuiabá
 
Juiz I – Tiago Souza Nogueira de Abreu
Juiz II – Tulio Duailibi Alves Souza
 
6º Juizado Especial Cível da Comarca de Cuiabá
 
Juiz I – Julio Cesar Molina Duarte Monteiro
Juiz II – Claudio Roberto Zeni Guimarães
 
Juizado do Cristo Rei – Várzea Grande
 
Juiz I – Otavio Vinicius Affi Peixoto
Juiz II – Jorge Alexandre Martins Ferreira
 
Juizado do Jardim Glória – Várzea Grande
 
Juíza I – Cristiane Padim da Silva
 
#Paratodosverem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagens: Foto 1: Captura de tela da reunião virtual. Várias telas divididas com os participantes da reunião
 
Larissa Klein
Assessoria de Imprensa CGJ
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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