MATO GROSSO
Final de concurso que promove a carne de MT para o mundo será no Palácio Paiaguás nesta segunda (7)
MATO GROSSO
O concurso MT Steak, criado pelo Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), surgiu da necessidade de um melhor posicionamento da carne de Mato Grosso para os consumidores brasileiros e compradores de outros países.
O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, afirma que o programa é uma iniciativa importante para a divulgação da carne mato-grossense.
“Somos os maiores produtores de proteína bovina do país e nada mais justo um corte que represente a qualidade dos produtos do nosso Estado. Da mesma forma que a carne uruguaia e argentina e suas ‘parrillas’ são famosas, o MT Steak vai trazer esse corte que represente o que há de melhor da nossa pecuária e ganhe o país”, destaca.
O programa é comandado pelo chef e especialista em churrasco Bruno Salomão no Canal Sabor & Arte, a partir de 21h30 (horário de Brasília). O programa é transmitido pelos canais do Grupo Band: Canal Sabor & Arte, Band News, Agro Mais, Terra Viva e pelo YouTube e no site imac.agr.br e nas redes sociais oficiais da instituição.
São cinco finalistas: André Vitaliano, Zigomar de Oliveira Bastos, Paulo Sérgio da Cruz, Waldez Miranda e Leonardo França da Silva. Um deles terá o corte escolhido e vai faturar R$ 50 mil como prêmio, além de possivelmente ter seu corte produzido pela indústria frigorífica e receber o símbolo MT Steak.
“O Imac tem a missão de promover a carne de Mato Grosso e o MT Steak é o nosso grande programa de comunicação, encontrar um corte que represente todas essas características do estado de Mato Grosso, em relação à sua qualidade, sustentabilidade e vocação em atingir novos mercados”, ressaltou o presidente do Imac, Caio Penido.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Max Russi defende fim do foro privilegiado para autoridades
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e do Podemos no Estado, Max Russi, declarou ser favorável ao fim do foro privilegiado para autoridades. Em entrevista ao podcast Política de Primeira, o parlamentar afirmou que o mecanismo já não se justifica no atual contexto democrático.
Segundo Russi, deputados, integrantes dos demais Poderes e outras autoridades deveriam responder a processos na primeira instância, sem tratamento diferenciado em razão do cargo que ocupam.
O presidente da ALMT afirmou ainda que o foro privilegiado fazia sentido em outros períodos da história, mas considera que a prerrogativa perdeu sua finalidade. Para ele, não há necessidade de manter esse tipo de tratamento especial para agentes públicos.
O foro privilegiado é um tema debatido no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal (STF), onde tramitam propostas e discussões sobre a possibilidade de restringir ou extinguir a prerrogativa de julgamento em tribunais superiores para autoridades.
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