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Suíça empata, avança em 1ª e elimina anfitriã Nova Zelândia

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Com a vaga nas oitavas de final em disputa, o nervosismo tomou conta do duelo entre Suíça e Nova Zelândia neste domingo (30.07). Melhor para os europeus, que, em jogo bastante truncado e de pouquíssimas finalizações, segurou o empate em 0 a 0, em Dunedin, para avançar em primeiro lugar para a próxima fase da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2023™.

A outra classificada do grupo foi a Noruega, que, enfim, apresentou o futebol esperado e venceu as Filipinas por 6 a 0

É um adeus um tanto frustrante para as neozelandesas, que resistiram com tudo o torneio que co-organizaram com a vizinha Austrália, surpreendendo as norueguesas na estreia e conquistando a primeira vitória de sua história no Mundial.

Faltou, no entanto, maior seguiu para as donas da casa na posse de bola. Mesmo dominando as ações e com o apoio de sua torcida, o seu primeiro chute a gol veio somente aos 28 minutos do segundo tempo. Muito pouco perante uma Suíça que estava jogando com o resultado debaixo do braço e preocupada mais em se defender do que atacar.

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Deu certo na etapa inicial — o tempo não sofreu qualquer gol nos primeiros 45 minutos de suas últimas seis partidas na competição — e deu certo também na volta do intervalo.

Número

A Suíça conseguiu passar da fase de grupos em suas duas participações na Copa do Mundo Feminina. Em sua estreia, em 2015, as helvéticas também avançaram para os mata-matas.

Melhor jogadora da partida

Ana-Maria Crnogorčević (Suiça).

Fonte: Esportes

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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