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Batalhão Ambiental da PM fecha garimpo ilegal; suspeitos são multados em R$ 680 mil

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Policiais militares do Batalhão de Proteção Ambiental (BPMPA) desarticularam um ponto de extração ilegal de minério, na tarde desta quinta-feira (20.07), na reserva de proteção permanente da região de Cristalino, em Alta Floresta. Na ação, três homens foram presos em flagrante, sete balsas foram apreendidas e multas de R$ 680 mil foram aplicadas.

O BPMPA recebeu informações da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) sobre grande quantidade de balsas que estavam realizando extração de minério na região de Cristalino, uma unidade de conservação permanente. Em varreduras pela região, foi identificado o total de sete balsas, com grande quantidade de pessoas.

Os policiais se deslocaram para a área e flagraram as balsas em funcionamento e alguns suspeitos em fuga, sendo que três deles foram detidos pela equipe.

Ao serem questionados, os homens não apresentaram documentações de autorizações para exploração da área, bem como se negaram a prestarem esclarecimentos sobre os responsáveis pelo empreendimento ilegal.

Em seguida, todos foram conduzidos para a Delegacia de Alta Floresta para demais esclarecimentos e foram multados em um valor total de R$ 680 mil, pelos crimes de extração e funcionamento de empreendimentos poluidores em áreas de preservação ambiental.

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As balsas apreendidas foram desmanteladas pelas equipes policiais, em virtude de não poderem serem retiradas do local.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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