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Webinário leva reflexão sobre contribuição da Programação Neurolinguística na Justiça Multiportas

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Em mais um encontro para fortalecimento da Justiça Multiportas, a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) promoveu webinário com o tema “A programação neurolinguística e o sistema multiportas”, na manhã desta sexta-feira (30), com a presença de mais de 40 pessoas, entre juízes e servidores que atuam nos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs), defensores públicos, servidores do Ministério Público, advogados e estudantes de Direito de Mato Grosso e de outros estados.
 
A juíza Jaqueline Cherulli, da 3ª Vara Especializada de Família e Sucessões de Várzea Grande, coordenou o evento e mediou as palestras proferidas pela treinadora master em Coaching, Programação Neurolinguística e Mindfulness Integrado, Arline Davis; e pela advogada e mediadora Michelle Donegá.
 
A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargadora Clarice Claudino da Silva, deu as boas-vindas aos participantes, destacando que o evento “é um dos mais importantes e singulares” por contribuir com o fortalecimento do sistema multiportas. A magistrada agradeceu ao empenho da juíza Jaqueline Cherulli em fazer com que mais pessoas conheçam essa política pública da Justiça brasileira e a todos que colaboraram para o êxito dos encontros. “Ver que todos estão se apropriando dessa cultura é tudo o que a gente sonha e estamos caminhando para isso. Sabemos que a caminhada é longa, mas é isso que faz a vida se tornar encantadora”, disse Claudino.
 
Durante a capacitação, os temas Programação Neurolinguística e Justiça Multiportas foram tratados de forma integrada pelas palestrantes, que apresentaram os conceitos e as práticas que podem ser utilizadas para aprimorar o serviço de mediação de conflitos oferecido pelo Poder Judiciário. A formação contou ainda com dinâmicas em grupo feitas com o objetivo de exercitar a habilidade de olhar uma situação a partir de diversos pontos de vista e, com isso, refletir sobre a importância de questões como escuta ativa, validação, ressignificação e empatia, características imprescindíveis na mediação.
 
A assessora do Ministério Público do Rio Grande do Sul, Cláudia Quadros, elogiou a formação oferecida pela Esmagis-MT. “Encantada com o aprendizado proporcionado nesse webinário. Conteúdo riquíssimo!”, disse.
 
O advogado Antônio Porphírio também avaliou positivamente a experiência. “Foi ótimo! Fui convocado para assumir como conciliador no Juizado de Porto Alegre do Norte e estou procurando me aprimorar para tentar fazer alguns acordos. Como advogado, entendo que os conciliadores devam ser mais incisivos nas vantagens dos acordos”.
 
Para o juiz Wanderlei José dos Reis, da 1ª Vara Especializada de Família e Sucessões de Rondonópolis, o webinário foi uma grande oportunidade de aprendizado. “É sempre muito bom estar revisitando o sistema multiportas em novas perspectivas. Parabéns aos organizadores do evento”, elogiou.
 
Mediadores que atuam tanto na capital quanto no interior avaliam a importância da qualificação para a melhor prestação jurisdicional. “Sempre participo dos encontros sobre o fortalecimento do sistema multiportas. É um aprendizado muito grande e sempre incorporo melhorias em minha atuação como mediador. O Sistema é riquíssimo e há muito que aprender, sendo necessárias mais capacitações como esta. E assim vamos melhorando como profissionais e como pessoas na sociedade e família”, afirma Áquila Júnior Lopes Machado, mediador judicial e gestor do Cejusc de São Félix do Araguaia.
 
O mediador do Cejusc da Capital, Douglas Souza, também avalia o impacto do aperfeiçoamento no exercício profissional. “O Encontro sobre Fortalecimento do Sistema Multiportas tem sido importantíssimo para nosso aprimoramento e evolução das práticas na mediação. As experiências e vivências de diferentes profissionais têm proporcionado uma qualificação contínua para nosso engrandecimento técnico e cognitivo na relação entre o mediador e os mediandos”, comenta.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Captura de tela que mostra o webinário. Em destaque, aparecem, em sentido horário, as telas da desembargadora Clarice Claudino da Silva, da juiz Jaqueline Cherulli, da mediadora Michelle Donegá e da especialista em Programação Neurolinguística e Mindfulness Integrado, Arline Davis. No canto direito, aparecem as telas dos demais participantes em tamanho menor.
 
Celly Silva
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Operação contra fraudes faz 34 prisões em dez estados e no DF

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Policiais civis prenderam nesta quinta-feira (5) 34 pessoas suspeitas de participar de uma organização criminosa investigada por fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro. A ação foi coordenada pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul e deflagrada em dez estados e no Distrito Federal, com o nome de “Operação Fortuna Reversa”.

Entre os 34 presos, 32 foram por mandados de prisão preventiva, um por flagrante e um por prisão cível. Foram apreendidos cinco veículos, sendo dois automóveis e três motocicletas, telefones celulares, um notebook e 201 gramas de substância com aparência de crack.

Os mandados foram cumpridos simultaneamente em diversas partes do país, com apoio das polícias civis de Goiás, Mato Grosso, Tocantins, Ceará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pará, Paraná e Maranhão.

A investigação, conduzida pela Delegacia de Polícia de Itaara, no Rio Grande do Sul, teve início após uma fraude que causou prejuízo superior a R$ 1,2 milhão a uma casa lotérica do município. A operação foi coordenada pela delegada Carla Dolores Castro de Almeida, titular da delegacia gaúcha.

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“As medidas cumpridas nesta etapa permitirão o aprofundamento das investigações, a responsabilização dos envolvidos e o desenvolvimento das próximas fases da operação, fortalecendo o combate ao crime organizado em todo o país”, esclareceu a delegada.

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Ocultação de valores

Os investigadores identificaram uma estrutura criminosa com atuação em diferentes estados brasileiros e responsável pela movimentação e ocultação dos valores obtidos ilegalmente.

Ao todo, 41 pessoas são suspeitas de integrar o esquema, que utilizava uma complexa rede de movimentações financeiras para pulverizar os recursos ilícitos, dificultando o rastreamento do dinheiro e a identificação dos beneficiários.

Em razão da abrangência nacional da investigação e da necessidade de cumprimento sincronizado das medidas judiciais, a operação contou com o apoio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O órgão foi responsável pela articulação institucional entre as polícias civis envolvidas, garantindo a integração operacional necessária para a execução simultânea das diligências e conferindo maior efetividade às ações.



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