MATO GROSSO
MT Cidadão é eleito um dos 20 melhores aplicativos de governo estadual no Brasil
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Com o objetivo de proporcionar aos cidadãos mais praticidade e acessibilidade nas informações e nos serviços públicos oferecidos pelo Estado, o MT Cidadão se destaca como uma ferramenta de transformação digital. Por meio do aplicativo, os usuários têm a possibilidade de emitir documentos, agendar atendimentos, consultar informações sobre veículos e muito mais, tudo em um só lugar.
Uma das principais metas do MT Cidadão é estreitar a relação entre o cidadão e o poder público, permitindo que os usuários enviem sugestões, reclamações e denúncias de forma rápida e segura. Essa interação direta contribui para a melhoria da qualidade do atendimento e para tornar os serviços públicos mais acessíveis e eficientes para todos.
Para o secretário adjunto de Planejamento e Gestão de Políticas Públicas, Sandro Brandão, o aplicativo MT Cidadão é o principal canal de acesso digital aos serviços do Governo, com tecnologia de ponta, design moderno, linguagem simples e o mais importante, o mais utilizado pela população.
“Hoje temos mais de 900 mil usuários cadastrados, mais de 61 milhões de transações realizadas e 15 órgãos integrados fornecendo serviços pelo aplicativo, e, pelo planejado, ele vai ficar cada vez mais contemporâneo. Com certeza esta indicação para o prêmio iBest é merecida e será um reconhecimento justo a um grande e sério esforço realizado pelo Governo do Estado de Mato Grosso para tornar a entrega de serviços mais eficiente”, afirmou o secretário.
Com o MT Cidadão, o Governo de Mato Grosso continua sua trajetória em busca da excelência na prestação de serviços públicos, usando a tecnologia como aliada para facilitar a vida dos cidadãos. Com essa iniciativa, a administração estadual demonstra seu empenho em acompanhar as demandas digitais da sociedade e proporcionar uma experiência cada vez mais satisfatória aos usuários.
O presidente da MTI, Cleberson Gomes, afirma que “este reconhecimento reflete a visão do governador Mauro Mendes e a sinergia dos órgãos do Governo de Mato Grosso, que resultaram em uma plataforma tecnológica robusta e segura”.
“Essa plataforma simplifica e agiliza os processos governamentais, proporcionando um valor real por meio dos serviços digitais e focando em uma melhor experiência para os cidadãos. Ficamos muito honrados com o reconhecimento, e isto serve de combustível para expandir tanto quantitativa quanto qualitativamente, em busca de uma melhoria contínua”, acrescenta.
Premiação
O prêmio iBest foca em iniciativas do mundo digital e atualmente é considerado a maior premiação do tipo no Brasil. Até chegar ao resultado final, premiando a melhor iniciativa de cada categoria, cinco fases ocorrem durante todo o processo de análise, sendo elas: seleção iBest, iBest 20+, iBest TOP 10, iBest TOP 3 e o anúncio dos vencedores.
Fonte: Governo MT – MT
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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei
O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado.
A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.
O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.
Seguindo um caminho estabelecido pelo Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição).
Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.
“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.
No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link Projetos em Tramitação .
Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo.
Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT.
“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.
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