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Primeiro Batalhão da PMMT celebra 106 anos com entrega de 400 homenagens

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A Polícia Militar de Mato Grosso realizou, na manhã desta quinta-feira (01.06), cerimônia de 106 anos de criação do 1º Batalhão de Polícia Militar – Batalhão Queiroz, em Cuiabá, no Teatro Cerrado Zulmira Canavarros, anexo a Assembleia Legislativa de Mato Grosso. A sonelidade contou com a entrega de honrarias e moções para mais de 400 autoridades militares e civis que contribuíram com a unidade.

O Primeiro Batalhão da PMMT, patrimônio histórico estadual, pertence ao 1º Comando Regional da PM, e é considerado fundamental à Segurança Pública. Chamado “Batalhão Daniel de Queiroz”, o nome é uma homenagem ao policial Daniel Queiroz, um carioca nascido em 1891 que atuou por mais de 40 anos na Polícia Militar de Mato Grosso, tendo sido comandante na unidade.

“O 1º Batalhão tem uma importância inestimável para o Estado e para a Segurança Pública, não apenas pelo trabalho prestado à sociedade, mas principalmente por sua história, que se iniciou no século XIX e segue forte e imponente no século XXI – história que vem motivando todos os policiais que têm ou tiveram a honra de servir nesta centenária unidade”, declarou comandante do 1º Batalhão, tenente-coronel Jean Kleber Britto da Silva.

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O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Corrêa Mendes, parabenizou os policiais do 1º Batalhão e destacou que a excelência da unidade é fruto do trabalho de militares dedicados e comprometidos em servir e proteger a sociedade mato-grossense.

“A história do 1º BPM é um exemplo de perseverança e dedicação à segurança pública e sua existência é motivo de orgulho para Mato Grosso. É um reconhecimento do passado, presente e planejar o futuro para a segurança pública do nosso Estado. É um Batalhão incorporado a cuiabania e tombado pelo patrimônio histórico”, ressaltou.

A entrega de homenagens para a celebração do aniversário do batalhão é de autoria do deputado estadual Elizeu Nascimento (PL), que também parabenizou os policiais que compõe a unidade, localizada na Avenida 15 de Novembro, no bairro Porto, em Cuiabá.

“É importante reconhecermos o trabalho dos policiais militares do 1º Batalhão da Polícia Militar, que completa 106 anos de existência. Além desses militares, foram homenageados, também, lideranças comunitárias e empresários que fazem história e contribuem muito para o desenvolvimento de Mato Grosso. É uma justa homenagem com solenidade especial para montar o trabalho dos policiais”, disse.

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Dentre as autoridades homenageadas nesta quinta-feira estão os ex-comandantes do 1º Batalhão, cel PM RR Adarildo Irineu de Moraes Costa, cel PM RR, Altair das Neves Magalhães, ex-comandantes-gerais Cel Adaildon Evaristo de Moraes Costa, Cel Leão de Morais, o vice-presidente da Câmara de Cuiabá, Rodrigo Sá, o pastor da Igreja Nacional Batista Nacional, Isaías Coutinho, e o professor mestre Suelme Fernandes.

Fonte: Governo MT – MT

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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