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Santos duela com o Bahia pela Copa do Brasil; Lucas Lima fala da importância do jogo

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Chegou o momento da partida mais importante do ano para o Santos FC até o momento. Nesta quarta-feira (31.05), os comandados de Odair Hellmann visitam o Bahia, às 19h, na Arena Fonte Nova, em Salvador, pela volta das oitavas de final da Copa do Brasil.

Após o empate em 0 a 0 no duelo de ida, no último dia 17, na Vila Belmiro, o Peixe precisa de uma vitória simples para conseguir a classificação. Em caso de nova igualdade no marcador, a decisão será nos pênaltis.

“É uma final, um jogo decisivo, sabemos o quanto é importante. A gente se preparou bem, treinamos muito forte e agora é mostrar dentro de campo. Acho que a equipe está preparada, fisicamente, tecnicamente e com um mental muito forte pra fazer um grande jogo. Estamos acostumados (com a pressão), pois a gente veste uma camisa pesada. Sabemos que lá vai estar lotado, que é uma torcida que empurra a equipe deles. Mas no campo é 11 contra 11, a gente se preparou bem e agora é mostrar dentro de campo. Vamos deixar tudo lá”, destacou o meia Lucas Lima.

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O duelo desta quarta será o terceiro do Santos FC contra o Bahia em menos de um mês. Além do empate na ida da Copa do Brasil, o Alvinegro Praiano bateu a equipe de Salvador por 3 a 0 no último dia 10, na Vila Belmiro, pelo Brasileirão. Apesar dos clubes já se conhecerem, Lucas Lima não acredita em confronto parecido na Fonte Nova.

“Acho que os dois jogos foram bem diferentes. Saímos com uma grande vitória no primeiro jogo, pelo Brasileiro, e depois um empate. Então acho que agora será uma partida totalmente diferente das outras  duas. Mesmo com as equipes já se conhecendo, acho que vai ser diferente pois amanhã será uma final, um jogo de mata-mata, tenso. Agora é descansar pra fazer um grande jogo amanhã”, concluiu o camisa 23.

Fonte: Esportes

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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