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Padrasto que cometeu violência psicológica e abuso sexual a enteada tem prisão preventiva decretada 

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Um operador de máquinas de Sorriso teve a prisão preventiva decretada pelo plantão da Comarca de Sorriso, nesta segunda-feira (22.05), que converteu o flagrante por violência psicológica cometida contra a enteada, que atualmente tem 17 anos. Além disso, ele cometeu abusos sexuais contra a vítima desde que ela tinha cinco anos.

O homem de 36 anos foi detido no sábado (20), pela Polícia Militar, no Distrito de Primaverinha, em Sorriso, e encaminhado à Delegacia da Polícia Civil que representou pela conversão do flagrante em prisão preventiva.

Conforme a apuração, a PM foi acionada no distrito para atender uma situação de crime de estupro. A empregadora da adolescente contou aos policiais que a menor lhe confidenciou que era abusada sexualmente pelo padrasto desde os cinco anos de idade.

Em depoimento na Delegacia de Sorriso, a empregadora da vítima relatou que a menor era constantemente vigiada pelo suspeito no local de trabalho, que sempre pedia dinheiro à menor. Além disso, ele dizia que tinha intenção de se mudar de cidade com toda a família e que, inclusive, queria obrigar a enteada a ir junto.

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Abusos e violência física

Ouvida em escuta especializada, a vítima relatou os abusos sexuais e violências físicas sofridos, que começaram quando ela tinha cinco anos, e ocorreram em diversas cidades onde a família morou, nos estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo, até ela completar 16 anos, quando começou a se defender das investidas. Entre os episódios que sofreu, ela contou que foi agredida fisicamente por ter se recusado a mostrar a calcinha para o abusador.

A adolescente relatou ainda que o padrasto é violento com a mãe dela, com quem ele consumia drogas e bebidas e cometia agressões na frente dos filhos.

A menina contou à mãe sobre os abusos sexuais sofridos, mas, ela não tomou nenhuma atitude e que em virtude da violência a que foi submetida ao longo dos anos, tentou contra a própria vida. A vítima relatou ainda que os irmãos também sofrem com os atos violentos do suspeito.

Diante das informações colhidas, a delegada Jéssica Assis, do Núcleo de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica e Sexual, autuou o agressor em flagrante por violência psicológica e representou pela prisão preventiva pelos crimes de estupro e estupro de vulnerável, que foi decretada pelo juízo plantonista. O suspeito foi interrogado e ficou em silêncio.

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“No relato de tudo que ouvimos, podemos entender que a adolescente só conseguiu amparo e credibilidade ao conquistar um pouco de autonomia financeira e se desabrigar do manto criminoso de abandono familiar”, destacou a delegada.

A Polícia Civil apurou que membros da família da vítima estão tentando coagi-la e culpá-la por denunciar os crimes para fazê-la desistir da ação penal. “Todos serão investigados e devidamente indiciados pelos crimes cometidos contra a menor”, acrescentou a delegada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil prende quatro pessoas e localiza restos mortais durante operação em Nova Nazaré

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A Polícia Civil cumpriu, nesta quarta-feira (7.10), em Nova Nazaré, dois mandados de prisão e ordens de busca e apreensão durante a Operação Revelare, que investiga o desaparecimento de um homem. Durante as diligências, quatro pessoas foram presas, três homens, de 19, 27 e 49 anos, e uma mulher, de 36, sendo duas delas em flagrante por tráfico de drogas. Restos mortais também foram encontrados em uma área de mata.

A operação foi realizada pela Delegacia de Água Boa, com apoio da Delegacia de Nova Xavantina. As ordens judiciais foram expedidas pela 1ª Vara Criminal de Água Boa. Dos alvos dos mandados de prisão, um homem, de 19 anos, e uma mulher, de 36 anos, foram localizados. A mulher também foi presa em flagrante por tráfico de drogas. Outros dois homens, de 27 e 49 anos, foram presos em flagrante pelo mesmo crime.

Um dos alvos da operação ainda não foi localizado e permanece foragido, com mandado de prisão em aberto.

Segundo a Polícia Civil, a vítima foi a Nova Nazaré para prestar serviços de refrigeração. Durante a apuração, surgiu a informação de que ele passou a usar entorpecentes e afirmou integrar um grupo criminoso. A suspeita é de que, posteriormente, ele tenha sido levado por integrantes de uma facção para uma residência, onde teria sido submetido ao chamado “tribunal do crime”.

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Depois desse episódio, a vítima desapareceu. As diligências apontaram que o desaparecimento pode estar relacionado a conflitos entre facções criminosas.

Durante a operação, os policiais localizaram uma ossada em uma área de mata. No local também foram encontrados vestígios de vestuário semelhante ao utilizado pela vítima, na última vez em que foi visto.

Os restos mortais foram encaminhados à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que realizará os exames necessários para confirmar a identidade.

A Operação Revelare recebeu esse nome em referência à ideia de revelar ou descortinar, simbolizando o trabalho da Polícia Civil para esclarecer o que aconteceu com a vítima.

As investigações continuam para localizar o último foragido, identificar todos os envolvidos e esclarecer as circunstâncias do desaparecimento e da possível morte de Rafael.



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