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Com recorde de público, São Paulo vence o Vasco pelo Brasileirão

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O São Paulo venceu o Vasco por 4 a 2 na sétima rodada do Campeonato Brasileiro.

Calleri, Rodrigo Nestor, Beraldo e Juan marcaram para o tricolor, enquanto Barros e Galarza anotaram para o Vasco.

O jogo contou com um recorde de público na temporada, com 57.399 torcedores presentes no Morumbi.

Apesar da pressão inicial do Vasco, Calleri abriu o placar para o São Paulo. Rodrigo Nestor marcou um belo gol, mas Barros diminuiu a vantagem antes do intervalo.

No segundo tempo, Galarza empatou para o Vasco, mas Beraldo e Juan garantiram a vitória para o São Paulo.

Destaque para os três gols de promessas da base tricolor.

O São Paulo joga contra o Puerto Cabello pela Copa Sul-Americana na terça-feira, enquanto o Vasco enfrenta o Fortaleza no sábado pelo Brasileirão.

FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO 4 x 2 VASCO
CAMPEONATO BRASILEIRO – SÉTIMA RODADA

Data e hora: 19/5/2023 (sábado), às 18h30 (de Brasília)
Local: Estádio do Morumbi, em São paulo (SP)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Auxiliares: Tiago Augusto Kappes Diel e Maira Mastella Moreira (ambos do RS)
Público e renda: 57.399 / R$ 3.335.063,00
Cartões amarelos: Barros (VAS), Figueiredo (VAS), Jair (VAS), Pedro Raul (VAS)
Cartão vermelho:
GOL: Calleri (1-0), Nestor (2-0), Barros (2-1), Galarza (2-2), Lucas Beraldo (3-2) e Juan (4-2)

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SÃO PAULO: Rafael; Rafinha, Diego Costa, Beraldo e Caio Paulista; Luan (Wellington Rato, aos 26´/2ºT), Gabriel Neves (Alisson, aos 12´/2ºT) e Nestor (Michl Araujo, aos 31/2ºT); Luciano, Marcos Paulo (Pablo Maia, ao 1´/2ºT)e Calleri (Juan, aos 31´/2ºT). Técnico: Dorival Júnior

VASCO: Léo Jardim, Puma Rodríguez, Robson, Léo, Robson Bambu e Lucas Piton; Jair, Gabriel Pec (Erick Marcus, aos 31´/2ºT), Barros (Alex Teixeira, ao 1´/2ºT) e Matías Galarza (Rodrigo, aos 43´/2ºT); Pedro Raul (Carabajal, aos 31´/2ºT) e Lucas Figueiredo (Luca Orellano, aos 19´/2ºT). Técnico: Maurício Barbieri

Fonte: Esportes

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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