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Força Tática prende três homens com arma de fogo e munições em Várzea Grande

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Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional prenderam três homens, de 24, 27 e 30 anos, por formação de quadrilha e porte ilegal de arma, no final da tarde desta sexta-feira (19.05), em Várzea Grande. Com os suspeitos, a PM apreendeu uma espingarda, 71 munições e ferramentas que seriam utilizadas para cometimento de crimes na cidade.

De acordo com o boletim de ocorrência, durante patrulhamento pelo bairro Canaã, a equipe da Força Tática recebeu informações de populares sobre uma caminhonete S10 prata que estaria sendo utilizada para o tráfico de drogas na região.

Em seguida, os policiais militares iniciaram diligências e localizaram a caminhonete, ocupada por três homens. Quando a equipe pediu para que parassem o veículo, os dois suspeitos foram flagrados tentando danificar seus aparelhos celulares antes da abordagem policial.

Na vistoria veicular, foram localizadas porções de substância análoga a maconha e ferramentas como furadeiras, lixadeiras e pés de cabras, comumente utilizadas para furtos de caixas eletrônicos.

Ao serem questionados sobre o material, os suspeitos afirmaram que estavam sendo pagos para deixarem os materiais em pontos estratégicos da cidade para que crimes fossem cometidos, a mando de um reeducando. Os criminosos disseram ainda que teriam mais ferramentas e uma arma de fogo, guardadas nas residências dos suspeitos.

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Na sequência, os policiais militares se deslocaram até os locais informados e, em um dos endereços, encontraram uma mochila com mais ferramentas utilizadas em furtos de bancos. Enquanto no segundo endereço, localizaram uma espingarda calibre .22 e 71 munições para a arma de fogo.

Diante da situação, os três homens receberam voz de prisão em flagrante e foram encaminhados até a Central de Flagrantes de Várzea Grande, para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

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Lei garante isenção da taxa de incêndio para APAEs e Associações Pestalozzi de MT

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As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) e as Associações Pestalozzi, regularmente constituídas e declaradas de utilidade pública estadual em Mato Grosso, poderão ser isentas da Taxa de Segurança Contra Incêndio (TACIN), por meio da Lei nº 13.491/2026 . A medida contempla imóveis e atividades diretamente vinculados às finalidades institucionais, o que vai contribuir para reduzir custos de manutenção das entidades filantrópicas que atendem pessoas com deficiência e suas famílias.

O deputado estadual Wilson Santos (PSD), um dos autores da legislação, destaca que a iniciativa dá o apoio ao trabalho desenvolvido pelas instituições. Também, assinam a proposta os deputados estaduais Max Russi (Podemos), Dr. João (MDB) e Diego Guimarães (Republicanos). 

“Essa lei representa um apoio às APAEs e às Associações Pestalozzi que desempenham um trabalho fundamental às pessoas com deficiência. A isenção da taxa pode ajudar essas instituições a direcionar recursos para outras necessidades dos alunos e de suas famílias”, explica o parlamentar.

Para ter direito à isenção, as instituições deverão comprovar anualmente a manutenção de sua finalidade filantrópica e sem fins lucrativos, a regularidade fiscal e trabalhista, a permanência do título de utilidade pública estadual e a aplicação integral dos recursos na realização de seus objetivos institucionais. A proposta também estabelece que o benefício não dispensa o cumprimento das normas de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), nem a obtenção do respectivo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).

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Tanto que a diretora pedagógica da APAE de Rondonópolis, Jacira Ribeiro, realiza no momento com o CBMMT a renovação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), concedido pelo governo federal à instituição, cuja validade termina em dezembro de 2026 – com duração de cinco anos. Ela também avalia positivamente a medida e ressalta a importância das instituições de todo o estado terem conhecimento do benefício. 

Para ela, a isenção pode representar um alívio financeiro, especialmente para entidades que possuem estruturas amplas e precisam investir na adequação das instalações às exigências de segurança. Também, destacou que o valor da taxa varia conforme as características do imóvel, o que pode representar uma despesa significativa para as instituições filantrópicas.

A APAE de Rondonópolis, atualmente, é mantida por meio de convênios, recursos humanos a nível municipal e estadual e da busca constante por novas fontes de arrecadação de recursos. Também, a entidade recorre a emendas parlamentares, desenvolvem projetos e promovem eventos para levantar verbas e custear as despesas de funcionamento já que são atendidos 235 alunos.

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