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Poder Judiciário de Mato Grosso é parceiro de campanha nacional sobre adoção

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Na próxima quinta-feira (25), é celebrado o Dia Nacional da Adoção, oportunidade em que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) convoca a todos as tribunais a realizar o twitaço #AdotarÉAmor. A mobilização digital, que ocorre desde 2017, tem feito com que o tema adoção ganhe repercussão na sociedade. O Poder Judiciário de Mato Grosso é parceiro dessa causa, principalmente por meio da Comissão Estadual Judiciária de Adoção – CEJA.
 
Desta vez, o twitaço está marcado para começar às 15 horas do dia 25 de maio, usando a hashtag #AdotarÉAmor. O objetivo é acionar uma grande rede e fazer a adoção ser uma das principais pautas do dia no Twitter. Para isso, pessoas e instituições devem publicar em seus perfis nas redes sociais conteúdos (textos, fotos e/ou vídeos) sobre adoção, além de interagir com a hashtag e convidar outras pessoas a fazerem parte dessa mobilização.
 
No site da campanha do CNJ, há uma grande quantidade de sugestões de frases e artes para que o máximo de pessoas contribua nessa mobilização. No entanto, o Conselho Nacional de Justiça incentiva a livre criação de conteúdos e ações que gerem debate sobre a adoção na sociedade.
 
 
Outras atividades – Também no Dia Nacional da Adoção (25 de maio), às 9 horas, no auditório Gervásio Leite, o Poder Judiciário, juntamente com a Associação Mato-grossense de Pesquisa e Apoio à Adoção (Ampara) e o Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), realizarão a cerimônia de premiação do 10º Concurso de Redação sobre adoção, voltado para alunos do 6º ao 9º ano de escolas da rede pública e privada de todo Estado. A temática deste ano é: “Adoção: de repente uma família”.
 
Também na programação da Semana Nacional da Adoção, está prevista a Caminhada da Adoção, no domingo (21), com concentração a partir das 10h, no Quintal da Domingas, no São Gonçalo Beira Rio. Na segunda-feira (22), às 14 horas, no saguão da entrada principal do Tribunal de Justiça, ocorrerá a abertura da Semana Estadual da Adoção e lançamento do perfil da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA) no Instagram (@cejatjmt), com a presença do corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva. Na quarta-feira (24), a partir das 9h, haverá ainda o Seminário “As diversas complexidades da adoção”, com participação da juíza Gleide Bispo Santos, da 1ª Vara da Infância e Juventude da Comarca da Capital.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: arte nas cores vermelho roxo e branco, com a hashtag #AdotarÉAmor e a frase “A maior mobilização sobre adoção no Brasil”. Ao lado da hashtag, há o desenho de dois braços que se abraçam dentro de um formato de coração. No lado esquerdo, o desenho de várias mãos erguendo um coração. O CNJ assina a arte. Segunda imagem: arte em tons pasteis, com o convite para a programação da Semana da Adoção promovida pela Ampara, IBDFAM e Poder Judiciário (cujas logomarcas aparecem na parte inferior).
 
Celly Silva
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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