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Reforma: Suspensão de expediente presencial na Comarca de Marcelândia é prorrogada até 26/05

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O expediente presencial na Comarca de Marcelândia está suspenso por mais 11 dias, de 16 a 26 de maio em virtude da reforma pela qual passa a sede do Fórum. A decisão está na Portaria Nº 24/2023-DF, assinada pela juíza substituta Érika Cristina Camilo Camin, diretora do Foro, que suspende os efeitos da Portaria 22/2023.
 
Com isso, o retorno das atividades presenciais se dará na segunda-feira (29/05).
 
Durante todo o período os servidores e servidoras estarão em teletrabalho, bem como não haverá suspensão dos prazos processuais já que todos os processos da Comarca tramitam por sistemas virtuais.
 
O contato com a Comarca de Marcelândia deve ser feito por meio dos canais de acesso:
 
VARA ÚNICA
E-mail: mar.varaunica@tjmt.jus.br
Jacqueline Magalhães Gonçalves – (66) 99716-3939
Secretaria da Vara Única – (66) 9281-9746
 
GABINETE DA VARA ÚNICA
E-mail: mar.gabvaraunica@tjmt.jus.br / 66-8434-0040
 
CARTÓRIO DISTRIBUIDOR
E-mail: mar.distribuidor@tjmt.jus.br
Andressa Caroline de Barros Colpini Okada – (66) 99679-5980
 
CENTRAL DE MANDADOS E ADMINISTRAÇÃO
E-mail: marcelandia@tjmt.jus.br
Valdenice Cândida da Silva Milene Batista Ribeiro – (65) 9997-9199 (66) 9633-0807
 
Há a possibilidade da utilização do Balcão Virtual, que funcionará durante todo o horário de atendimento ao público, das 12h às 19h, sem necessidade de agendamento prévio, de forma similar à do balcão de atendimento presencial, sendo que o link poderá ser acessado através do endereço: https://canaispermanentesdeacesso.tjmt.jus.br/pagina/8 .
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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