CUIABÁ

MATO GROSSO

Metaverso aplicado ao Sistema de Justiça é tema de palestra na próxima sexta-feira

Publicados

MATO GROSSO

Na próxima sexta-feira (12 de maio), o “Metaverso aplicado ao Sistema de Justiça” será tema de uma das palestras que integram a programação do II Congresso Internacional da Academia Matogrossense de Direito, intitulado “O Direito e o futuro – Tecnologias Aplicáveis e Alternativas Extrajudiciais para a Solução de Conflitos”. O evento será realizado na quinta e sexta-feira (11 e 12 de maio), na sede da Associação Mato-grossense de Magistrados (Amam).
 
Às 14h30, a juíza Graziele Cabral Braga de Lima, da Vara do Trabalho de Colíder, e o pesquisador de Direito, inovação e novas tecnologias Bernardo de Azevedo e Souza vão falar sobre a experiência deles com o metaverso e no que ele pode ajudar nos diversos setores e ramos do cotidiano, inclusive para o Poder Judiciário. A magistrada vai contar um pouco do trabalho desenvolvido na vara trabalhista de Colíder – a primeira vara judicial a ser implantada no metaverso – e as perspectivas para o futuro, com as vantagens e benefícios da ferramenta.
 
Segundo Graziele, o trabalho desenvolvido no metaverso pela Vara de Trabalho de Colíder ainda é pedagógico, sem a realização de atos processuais. A breve experiência com o ambiente virtual imersivo já tem resultado em frutos, com a realização de muitas palestras e visitas de acadêmicos. “Várias faculdades de inúmeros Estados do Brasil já participaram e muitas estão inscritas para novas visitas”, assinalou.
 
A magistrada explica que a Vara do Trabalho teve seu ambiente físico reproduzido no ambiente virtual, com intuito de permitir a visitação do público de forma imersiva, bem como a realização de palestras no ambiente e aulas de prática jurídica para ambientação do aluno do curso de direito em uma sala de audiências, além da realização de audiências simuladas, com finalidade pedagógica.
 
Inscrições – O congresso internacional é aberto ao público em geral, mediante a doação de dois quilos de alimentos não-perecíveis, que serão destinados a instituições de ajuda humanitária. Os alimentos devem ser entregues no local do evento.
 
 
O público-alvo do congresso consiste em membros e agentes do Sistema de Justiça, como magistrados, promotores de justiça, defensores públicos, advogados, delegados de Polícia, dentre outros estudiosos interessados nos temas circunscritos ao evento, como alunos de graduação e pós-graduação.
 
 
 
 
Leia matéria já publicada sobre o assunto:
 
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens. Imagem 1: Peça publicitária colorida. Robô segura a balança da Justiça, em formato virtual, na mão direita. Texto: II Congresso Internacional da Academia Matogrossense de Direito. O Direito e o Futuro. 11 e 12 de maio/2023. Tecnologias Aplicáveis e Alternativas Extrajudiciais para a Solução de Conflitos. Local: Amam – Cuiabá/MT. No rodapé, logos dos realizadores, parceiros e patrocinadores. Imagem 2: Fotografia colorida da juíza Graziele. Ela é uma mulher de pele e olhos claros, e cabelos loiros. Está sorrindo. Veste um blusa branca de renda e calça preta.
 
Lígia Saito
Assessoria de Comunicação
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Movimentação na carreira: Órgão Especial aprova remoção de magistrados
Propaganda

MATO GROSSO

ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

Publicados

em

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

Leia Também:  Corpo de Bombeiros resgata enxame de abelhas que estava em frente a residência

O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

Leia Também:  Lei cria semana de conscientização sobre deepfakes e pornografia não consensual em Mato Grosso

Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA