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Palmeiras vence o Cerro Porteño pela segunda rodada da Libertadores

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O Palmeiras venceu o Cerro Porteño por 2 a 1, de virada, pela Libertadores, nesta quinta-feira (20.04), no Estádio do Morumbi, já que o Allianz Parque estava reservado para shows.

O destaque da partida foi Gustavo Gómez, zagueiro palmeirense que marcou um dos gols e deu assistência para Rafael Navarro. O Cerro Porteño abriu o placar com Churín.

Logo no início do jogo, o Palmeiras sofreu um susto com o gol do Cerro Porteño. O time paulista demorou alguns minutos para se recuperar e quase levou o segundo gol. Com o passar do tempo, o jogo se concentrou no campo de ataque do Palmeiras, que teve dificuldades para superar a defesa bem postada do time paraguaio.

O Palmeiras tentou pressionar o Cerro, mas as chances claras pararam nas defesas de Jean. Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, fez mudanças no time para dar novo fôlego ao ataque, que vinha pressionando o Cerro, mas pecando no último passe. A solução para a virada veio em dois lances de bola alçada na segunda trave.

O Cerro tentou pressionar nos minutos finais, mas não conseguiu empatar o jogo. O primeiro ataque perigoso do jogo foi do Cerro Porteño e terminou em gol, com Churín. O Cerro chegou perto de ampliar o placar pouco depois de marcar o seu primeiro gol.

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O gol de empate do Palmeiras saiu aos 18 minutos do segundo tempo, com Gustavo Gómez. O gol foi analisado pelo VAR por possível interferência de Artur, que estava impedido, no rebote, mas acabou validado.

O Palmeiras quase chegou à virada com Endrick, mas Jean fez uma grande defesa. A virada veio logo em seguida, em novo lance envolvendo Gustavo Gómez, que serviu Rafael Navarro para marcar o segundo gol.

Em resumo, o Palmeiras teve dificuldades no início do jogo, mas conseguiu se recuperar e virar o placar, com destaque para Gustavo Gómez. O Cerro Porteño fez um bom jogo, mas não conseguiu segurar a pressão do Palmeiras no segundo tempo.

FICHA TÉCNICA
Palmeiras 2 x 1 Cerro Porteño

Data: 20/04/2023 (quinta-feira)
Horário: 21h (de Brasília)
Competição: 2ª rodada da fase de grupos da Libertadores 2023
Local: Morumbi, em São Paulo
Público: 42.340
Renda: R$ 2.378.284,50
Árbitro: Fernando Rapallini (ARG)
Cartões amarelos: Piris da Motta, Churín, Aquino (CER), Marcos Rocha, Artur (PAL)
Gols: Bobadilla (5’/1°T), Gustavo Gómez (18’/2°T), Rafael Navarro (30’/2°T)

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Palmeiras: Weverton; Marcos Rocha, Gustavo Gómez, Luan e Vanderlan; Gabriel Menino (Richard Ríos), Zé Rafael e Jhon Jhon (Endrick); Artur (Garcia), Dudu (Breno Lopes) e Flaco López (Rafael Navarro). Técnico: Abel Ferreira

Cerro Porteño: Jean; Espínola (Giménez), Eduardo Brock, Piris da Motta e Báez; Bobadilla, Carrascal (Cardozo), Carrizo (Samudio) e Aquino; Morales (Galeano) e Churín (Fernández). Técnico: Facundo Sava

Fonte: Esportes

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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