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Força-tarefa do Gefron apreende 450 kg de cloridrato de cocaína

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Força-tarefa do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), em conjunto com a Polícia Federal (PF) e o Exército Brasileiro, apreendeu, nesta terça-feira (18.04), 15 fardos contendo 450 kg de cloridrato de cocaína, a forma mais pura da droga, em Vila Bela da Santíssima Trindade (521 km a oeste de Cuiabá). A apreensão ocorreu durante a Operação Hórus – Guardiões das Fronteiras.

De acordo com o comandante do Gefron, tenente-coronel Manoel Bugalho, a ocorrência se iniciou ainda na segunda-feira (17), após o Gefron receber denúncia dando conta de que um avião sobrevoava em baixa altitude uma região de mata em Vila Bela. No local, segundo a denúncia, estava sendo realizado o desembarque de drogas.

“Nossas equipes deslocaram-se para uma região e, próximo a uma fazenda com uma pista de pouso, foi encontrada uma caminhonete Hilux abandonada. Foram realizadas buscas e, nas proximidades, já na madrugada desta terça-feira), foi encontrado um buraco onde estavam escondidos os 15 fardos com entorpecentes, totalizando 450 tabletes de cloridrato de cocaína”, relatou.

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Não houve prisão. Os criminosos abandonaram o veículo e a droga no local.

Os fardos de cloridrato de cocaína e veículo foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Federal localizada na cidade de Cáceres.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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