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Presidente do Tribunal de Justiça recebe visita de deputado federal e vereador da Capital

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A presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Clarice Claudino da Silva, recebeu, na tarde desta segunda-feira (13 de março), as visitas do deputado federal Jonildo José de Assis, conhecido como coronel Assis, e do presidente da Câmara de Vereadores de Cuiabá, Francisco Carlos Amorim Silveira – Chico 2000.
 
Os políticos assinalaram que as audiências com a desembargadora tiveram como objetivo estreitar o relacionamento, e também como forma de parabenizar a magistrada por ter assumido a administração do Poder Judiciário mato-grossense.
 
O deputado, que comandou a Polícia Militar no Estado e, depois de 28 anos e três meses de carreira, foi para a reserva após a eleição em 2022, já atuou na chefia de segurança da Justiça estadual. “Esse encontro com a presidente é uma forma de colocar nosso gabinete a disposição do Judiciário, justamente por estarmos representando Mato Grosso no Congresso Nacional”, frisou o parlamentar.
 
O vereador Chico 2000, que preside o Legislativo da Capital no biênio 2023/2024, estava acompanhado do primeiro vice-presidente do Legislativo, vereador Rodrigo Arruda e Sá, do secretário legislativo de Patrimônio, Mateus Cássio Lopes Lima, e do advogado Jussianney Vieira Vasconcelos, assessor jurídico da Câmara Municipal.
 
“Uma conversa bem descontraída, onde falamos sobre vários assuntos pertinentes a nossa cidade. Saí feliz e satisfeito com a recepção da presidente do Tribunal de Justiça”, destacou Chico 2000.
 
Na visão da desembargadora, a visita fortalece os laços entre as instituições, os poderes, e é uma forma de estabelecer uma integração. A presidente do Tribunal desejou sucesso aos vereadores nas ações desenvolvidas em prol de Cuiabá.
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição da imagem: Foto 1 – imagem colorida em formato retangular da presidente do Tribunal de Justiça com deputado coronel Assis. Foto 2 – imagem colorida em formato retangular da desembargadora ao lado do presidente da Câmara de Vereadores e dos demais participantes da reunião.
 
Álvaro Marinho/ Fotos:Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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