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Comitiva do Tribunal de Justiça visita Santa Catarina para conhecer projetos de gestão de pessoas

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Uma comitiva de dirigentes do Tribunal de Justiça do Mato Grosso (TJMT) está no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) para conhecer melhor os projetos do Judiciário catarinense aplicados na área de gestão de pessoas. Os maiores interesses do grupo mato-grossense são o sistema de informação ERP, que integra as áreas administrativas de uma organização em uma única plataforma, com ganhos de produtividade e eficiência; e as formas de trabalho não presencial adotadas pelo TJSC, como o teletrabalho e o home office.
 
O presidente em exercício do TJSC, desembargador Altamiro de Oliveira, recepcionou a comitiva na manhã desta segunda-feira (13), no Salão Nobre do Gabinete da Presidência. Pelos próximos três dias, magistrados(as) e técnicos(as) das duas instituições vão discutir aspectos destas e demais experiências adotadas com sucesso na área administrativa do Tribunal barriga-verde.
 
“O compartilhamento de boas práticas é fundamental para aperfeiçoar cada vez mais a gestão e a prestação jurisdicional”, afirmou o desembargador Altamiro. Ele lembrou que o Tribunal catarinense também busca exemplos de gestão em outros tribunais para aplicação na instituição e citou experiência da implantação do sistema Eproc, intercambiado com o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, sediado em Porto Alegre (RS).
 
“Nossa gestão iniciou recentemente e elegemos essa área de gestão de pessoas para buscar melhorias e dinamizar o setor, pois sem elas nada podemos fazer”, comentou a juíza auxiliar do TJMT, Viviane Rebello. A magistrada aproveitou para agradecer a acolhida dos representantes do TJSC em nome da presidente do Tribunal mato-grossense, desembargadora Clarice Claudino da Silva.
 
A juíza auxiliar da Presidência do TJSC Iolanda Volkmann, que atua na coordenação da área administrativa, assim como o juiz auxiliar Rafael Sandi, responsável pela área financeira, acompanharam o primeiro encontro entre os representantes das duas instituições, ao lado de diretores(as), coordenadores(as), assessores(as) e técnicos(as) das diretorias do TJSC envolvidas nos projetos que serão esquadrinhados nos próximos três dias de trabalho.
“Com gestões de curto prazo, adotar experiências já exitosas para aplicação imediata significa encurtar o caminho para a eficiência”, definiu o diretor-geral administrativo do TJSC, Alexsandro Postali. A expectativa é que a troca de experiências entre as duas instituições possa resultar em melhorias na gestão de pessoas e processos administrativos.
 
A comitiva do TJMT é composta ainda pela diretora-geral, Euzeni Paiva de Paula; coordenadora de RH, Karine Giacomelli; coordenador de Tecnologia da Informação, Thomás Augusto Caetano; e diretora do Departamento de RH, Renatta Tirapelle. 
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição da imagem: Foto1 – retangular colorida mostrando integrantes da comitiva e do TJSC em uma mesa de reunião
 
Alcione dos Anjos (Com TJSC)
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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