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Operação Lei Seca resulta em seis pessoas presas por embriaguez ao volante e 40 veículos removidos

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A 26ª edição da Operação Lei Seca em 2023, realizada na noite desta quarta-feira (08.03), na Avenida Isaac Póvoas, em Cuiabá, resultou na prisão de seis pessoas por embriaguez ao volante, sendo uma delas associada a posse de drogas ilícitas e outra com mandado de prisão em aberto.

O balanço operacional mostra que foram aplicados 121 testes de alcoolemia e fiscalizados 118 veículos. Desses, 38 foram autuados e 40 removidos, sendo 37 carros e três motocicletas.

Também houve a emissão de 53 Autos de Infração de Trânsito (AIT), dentre eles 14 por condução de veículo sob o efeito de álcool, cinco por condução de veículo sem possuir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), e 17 por condução de veículo sem registro ou não licenciado, entre outras irregularidades. 

A ação integrada foi realizada pelas policiais e agentes femininas que compõem as forças de segurança pública de Mato Grosso. O objetivo foi chamar a atenção para o profissionalismo das mulheres nas operações integradas realizadas pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) e, especialmente, reconhecer e parabenizar as condutoras que são exemplo na condução de veículos. A iniciativa fez referência ao Dia Internacional da Mulher.

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A operação é coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Sesp-MT. Esta edição contou com as forças do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran); Corpo de Bombeiros (CBM), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil; Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

Fonte: GOV MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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