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Operação cumpre 36 mandados contra traficantes que vendiam drogas online, em grupos de mensagens

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A Polícia Civil cumpre, na manhã desta quinta-feira (09.03), 36 ordens judiciais de prisão preventiva e de busca e apreensão, dentro da Operação Mensageiros, contra integrantes de uma associação criminosa envolvida com o tráfico de entorpecentes na região de Primavera do Leste. 

A operação, coordenada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos do município, cumpre os 19 mandados de prisão e 17 de busca e apreensão nas cidades de Primavera do Leste e Rondonópolis e em Aragarças (GO). 

 A Derf de Primavera do Leste instaurou inquérito para apurar a existência de comércio ilícito de drogas realizada por meio de grupos no aplicativo Whatsapp. Nesses grupos, traficantes e usuários interagiam, comprando e vendendo entorpecentes e criando, assim, um canal direto entre quem anuncia e vende as drogas e os compradores e usuários.          

                                                                                                      

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Durante a investigação, que durou aproximadamente, três meses, a equipe da delegacia especializada identificou, pelo menos, 19 suspeitos que atuavam no tráfico. Nos grupos, os traficantes anunciavam a venda de maconha, ecstasy e cocaína.

A Operação Mensageiros emprega um efetivo de 70 policiais civis das unidades da Delegacia Regional de Primavera do Leste, de Rondonópolis, Barra do Garças, além das Gerências de Operações Especiais (GOE) e de Combate ao Crime Organizado (GCCO).

O nome da operação faz menção ao modus operandi adotado pelo grupo criminoso de anunciar drogas por meio de aplicativos de mensagens instantâneas.

Fonte: PJC MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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