POLÍCIA
Quadrilha é presa com 176 porções de entorpecentes, dinheiro e simulacro de arma de fogo
POLÍCIA
Conforme informações do boletim de ocorrência, uma equipe foi acionada por volta das 18 horas para se deslocar até a uma residência onde havia uma grande movimentação de pessoas que integram uma facção criminosa. O local seria, ainda, um ponto de comercialização de entorpecentes na região.
Assim que chegaram na casa, os militares se depararam com um dos suspeitos saindo do imóvel com um pacote em mãos. Ao ser verificado, foi constatado que seriam duas porções de cocaína. Em seguida, ele informou outros integrantes sobre a chegada da polícia.
Neste momento, os militares encontraram um segundo suspeito que estava na área da casa, e, quando viu a presença da polícia, tentou arremessar uma sacola para outro lado do muro e fugir, sendo preso em seguida.
Em diligência pelo imóvel, os militares identificaram outros integrantes da quadrilha. Foram localizados ainda, 162 porções de pasta base, 14 porçoes de maconha, além de outras porções de entorpecentes, dinheiro e um simulacro de arma de fogo.
A quadrilha e o material apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boleitm de ocorrência e demais providências que o caso requer.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
Fonte: PM MT
POLÍCIA
Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil
A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.
A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.
De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.
Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.
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