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Seduc capacita servidores para coleta e inserção de dados do Censo Escolar

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) iniciou nesta quarta-feira (01º.03) a capacitação de coordenadores pedagógicos, técnicos e supervisores das Coordenadorias de Gestão Escolar e de Rede sobre o Censo Escolar. 

O treinamento segue nesta quinta-feira (02), com o objetivo de preparar os servidores para coleta de informações sobre rendimento e movimento, no final do ano letivo de 2022, dos alunos que foram declarados na primeira etapa do Censo. 

Os resultados da coleta deverão ser inseridos no Educacenso, em meados do segundo bimestre, e servirão de base para a destinação de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
 
O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, ressaltou que as informações do Censo Escolar são evidências importantes dos resultados alcançados, sobretudo das 30 políticas educacionais do Programa Educação 10 Anos.
 
“Quando falamos de indicadores de aprendizagem, envolvemos dados do ensino superior, da educação básica e da educação infantil. São elementos que nos ajudam a planejar e executar as metas”, afirmou Alan.
 
A observação é compartilhada pelo coordenador estadual do Censo Escolar, Rodrigo Jacob. Para ele, a coleta de informações é importante para conhecer os índices da rede de ensino e trabalhar efetivamente nas políticas públicas, com qualidade e equidade.

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Além de abordar o censo educacional da rede estadual, a capacitação também debateu sobre o censo das escolas municipais, particulares e federais, o que representa mais de 2,8 mil escolas em todo o Estado.
 
Censo Escolar
Coordenado pelo Inep, o Censo Escolar é o principal instrumento de coleta de informações da educação básica e a mais importante pesquisa de estatística educacional brasileira. 

A pesquisa é realizada em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de Educação, além de escolas técnicas e a rede privadas de todo o país.

Fonte: GOV MT

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ALMT aprova projetos de apoio à agricultura familiar, saúde e educação em sessão ordinária

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, durante sessão ordinária realizada nesta quarta-feira (21), projetos voltados à agricultura familiar, saúde, educação e assistência social. Entre os destaques estão medidas de apoio aos produtores de queijo artesanal e à cadeia do leite.

Uma das principais discussões envolveu o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 5/2026 , de autoria de Gilberto Cattani (PL), que susta os efeitos de decreto do Poder Executivo relacionado à regulamentação de produtos lácteos artesanais. Segundo o parlamentar, as regras dificultam a atividade das pequenas queijarias e aumentam os custos de comercialização.

Em entrevista concedida antes da sessão, Cattani afirmou que a regulamentação promoveu uma redistribuição tributária que estaria “penalizando os artesanais, ou seja, o pequeno produtor, a pequena queijaria, e beneficiando as grandes indústrias”. O líder do governo, Dilmar Dal Bosco (União), chegou a pedir vista da proposta, mas devolveu a matéria durante a sessão, permitindo sua aprovação por unanimidade. Da mesma forma, foi aprovado o PDL nº 1/2026 , também de Cattani, que susta a obrigação de envio mensal de dados sobre produção, industrialização e comercialização por agroindústrias familiares e de pequeno porte. 

O plenário aprovou ainda, em segunda votação, o Projeto de Lei (PL) nº 554/2025 , que altera critérios de representatividade dos produtores na administração do Fundo de Qualidade, Produtividade e Segurança Alimentar do Leite. 

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Por outro lado, foi rejeitado o PL nº 347/2022 , de autoria de Gilberto Cattani, que buscava facilitar o acesso à posse e ao porte de armas de fogo para mulheres vítimas de violência doméstica com medidas protetivas judiciais. Com a rejeição, a proposta segue para arquivamento. A matéria tinha parecer contrário da Comissão de Constituição, Justiça e Redação.

Saúde e educação— Entre as matérias incluídas na ordem do dia, os deputados aprovaram, em primeira votação, o PL nº 336/2026 , de Fábio Tardin (Pode), que garante a oferta de toucas hipotérmicas para reduzir a queda de cabelo de pacientes submetidos à quimioterapia na rede estadual. 

Na área de educação, o plenário aprovou o PL nº 1888/2025 , de Janaina Riva (MDB), que prevê a inclusão da carne suína na merenda escolar, com alternativa para estudantes com restrições alimentares. Foi acatada a Emenda nº 1 à proposta. Os deputados também aprovaram o PL nº 1975/2024 em segunda votação. A proposta institui uma campanha de desconexão das telas digitais, incentivando a redução do uso excessivo de celulares e redes sociais. “O nosso objetivo agora é criar uma campanha de desconexão das telas digitais e reforçar o trabalho que a escola vem fazendo, principalmente nas atividades extracurriculares”, afirmou Silva.

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Outras deliberações— Entre os projetos aprovados estão ainda o PL nº 4/2025 (segunda votação), de Eduardo Botelho (União), que institui a Política Estadual de Combate à Fome; o PL nº 619/2026 (primeira votação), de Max Russi (Podemos), que cria o Dia Estadual do Professor Indígena; e o PL nº 175/2025 (segunda votação, nos termos do Substitutivo nº3 ), também de Russi, sobre conectividade em comunidades indígenas e quilombolas.

Também foi aprovado, em primeira votação, o PL nº 1123/2026 , do Executivo, que autoriza a doação à União da Gleba Pelissoli II, em Santa Terezinha, para fins de regularização fundiária. 

Já o PL nº 795/2026 , que autoriza a contratação de empréstimo de R$ 1,5 bilhão junto à Caixa Econômica Federal, foi retirado de pauta a pedido da liderança do governo. Também houve pedido de vista de Wilson Santos (PSD) em proposta que altera a delimitação da Área de Proteção Ambiental (APA) de Chapada dos Guimarães.



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