MATO GROSSO
Governo de MT entrega kits esportivos e apresenta planejamento de 2023 para o setor
MATO GROSSO
Na ocasião, o governador entregou kits esportivos aos representantes municipais, contendo bolas de futebol, futsal, vôlei, basquete e handebol, e, ainda, com coletes, redes, cronômetro e outros materiais.
“Nos últimos anos temos investido muito no esporte, o que tem fomentado essa cadeia importante que tem grande reflexo na juventude, com ensinamentos e valores que são para a vida toda. E este ano não será diferente. Vamos entregar ao longo de 2023 diversos equipamentos e realizar muitos eventos esportivos”, afirmou o governador Mauro Mendes.
O encontro tem como objetivo apresentar o planejamento do Governo do Estado para o setor em 2023, compartilhar experiências e alinhar propostas entre os entes federativos. Além disso, apresentar o calendário esportivo 2023, a Escola de Formação em Esporte e Lazer e o edital Pontos de Esporte e Lazer, que está em andamento.
O prefeito de Sorriso, Ari Lafin, destacou a importância do alinhamento das ações com os gestores municipais.
“As equipes do governador Mauro Mendes e do secretário Jefferson Neves têm atuado de uma forma muito positiva, apresentando aos municípios a política de aplicação de recursos financeiros no esporte. Como o Estado é gigantesco, nada mais justo e muito inteligente a participação de todos na aplicação dos recursos públicos”.
A atleta paralímpica Ana Carolina Duarte, do goaball, falou do apoio para os atletas e paratletas, concedido pelo Governo por meio do Projeto Olimpus.
“É um projeto que permite a manutenção do nosso esporte, que veio para nos ajudar a desenvolver com excelência. Agradeço ao governador por acreditar no esporte paralímpico. Eu já participei de cinco edições dos Jogos Paralímpicos e nunca vi um Estado com tanto investimento, com tanta credibilidade no esporte paralímpico como em Mato Grosso”, afirmou.
O deputado estadual Alberto Machado, Beto Dois a Um, também esteve presente e destacou o trabalho da gestão.
“Estamos vivendo um momento especial. Temos o governador que mais investiu no esporte, e a Secel vem trabalhando diuturnamente para fazer com que os recursos cheguem aos quatro cantos do Estado. E uma das ações que contribuem para isso é o encontro de gestores, que permite o alinhamento de políticas públicas com os municípios”.![]()
Para o titular da Secel, Jefferson Neves, o esporte mato-grossense vive um momento histórico.
“Com muito trabalho conseguimos reconstruir a credibilidade do esporte em Mato Grosso. Hoje, conseguimos contemplar políticas que transformam o esporte e muitas vidas. Temos Bolsa Atleta, Bolsa Técnico, Pontos de Esporte, ajudamos no transporte de equipes, temos diversas competições acontecendo no Estado, e tudo isso é resultado de todo um trabalho conjunto e em parceria com outras secretarias”.
O evento contou, também, com a participação de representantes do Conselho Regional de Educação Física de Mato Grosso (Cref17-MT), Conselho Estadual do Desporto de Mato Grosso (Consed-MT), de projetos e federações esportivas.¿
Fonte: GOV MT
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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei
O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado.
A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.
O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.
Seguindo um caminho estabelecido pelo Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição).
Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.
“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.
No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link Projetos em Tramitação .
Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo.
Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT.
“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.
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