MATO GROSSO
“O governador preza pela democracia e autonomia do Ministério Público”, afirma novo procurador-geral
MATO GROSSO
Empossado nesta quinta-feira (09.02), o novo procurador-geral de Justiça de Mato Grosso, Deosdete Cruz Júnior, afirmou que o governador Mauro Mendes “preza pela democracia e autonomia do Ministério Público”.
Deosdete destacou que Mauro, durante toda a gestão, tem escolhido para chefiar o Ministério Publico Estadual (MPE) sempre o mais votado pelo membros da instituição.
Ele também citou que o governador conseguiu promover o ajuste fiscal no Estado, medida que permite que Mato Grosso seja hoje o estado do país que mais realiza investimentos, destinando 19,6% de tudo o que arrecada para este fim.
“O governador é um homem público que preza pela democracia e autonomia do Ministério Público. Parabenizo pelo êxito de ter colocado as contas públicas em ordem, condição que é indispensável para proporcionar esses investimentos em Infraestrutura e na qualidade dos serviços públicos”, disse o novo chefe do MPE.
O procurador-geral também destacou o trabalho voluntário que a primeira-dama Virginia Mendes tem desempenhado durante toda a gestão, sempre em prol das pessoas menos favorecidas.
“Estendo os cumprimentos à primeira-dama Virginia Mendes por ser embaixadora de tantas causas sociais, pelo comprometimento e dedicação com essa parcela da sociedade que ainda enfrenta dificuldades básicas com a precarização da alimentação e falta de moradia digna”, afirmou.

O respeito do governador pela autonomia do Ministério Público também foi mencionado pelo procurador José Antônio Borges, que encerrou seu mandato à frente do MPE após duas gestões.
“Estive como procurador-geral em dois mandatos e fui honrado em ser escolhido pelo governador Mauro Mendes, que respeitou a vontade dos membros da instituição e, novamente, pela terceira vez, respeitou a escolha por meio da nomeação do colega e amigo Deosdete Cruz Junior. Isso demonstra o respeito que tem pela instituição”, declarou.
Borges ainda ressaltou que o governador tem atuado com políticas de Estado e entregando os resultados que prometeu à população mato-grossense.
“O senhor governador se posicionou como um servidor público transitório, focando em políticas de Estado, não as tratando apenas como questões de um governo que poderia durar quatro ou no máximo oito anos. Suas tratativas demonstraram que seu contrato de gestão cujos compromissos assumidos no processo eleitoral se tornaram pautas concretas ao longo do mandato”, frisou.
Para o governador Mauro Mendes, é importante que o Governo do Estado continue atuando em harmonia com o Ministério Público e demais instituições e Poderes, com foco em levar eficiência nas ações e serviços prestados ao povo de Mato Grosso.
“A legalidade, a impessoalidade e a transparência é um dever. O diferencial é a eficiência. Todos nós somos cidadãos e queremos um estado seja mais eficiente. Que nós possamos, juntos, somar forças para promover uma verdadeira cruzada em prol da eficiência pública. Todos os dias vamos primar muito por esse conceito, cobrando que o dinheiro público possa chegar de forma mais eficiente em tantos serviços que temos o dever de prestar à sociedade”, garantiu.
Fonte: GOV MT
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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei
O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado.
A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.
O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.
Seguindo um caminho estabelecido pelo Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição).
Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.
“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.
No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link Projetos em Tramitação .
Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo.
Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT.
“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.
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