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Servidores da Coordenadoria Financeira se capacitam sobre nova retenção de Imposto de Renda

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Servidores e servidoras da Coordenadoria Financeira do Tribunal de Justiça de Mato Grosso participaram do curso “A nova retenção de imposto de renda dos órgãos, autarquias e fundações estaduais e municipais”, nesta quarta-feira (8 de fevereiro), na Escola dos Servidores.
 
A capacitação teve o objetivo de preparar a equipe para sobre a forma como os estados e municípios devem reter o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) e aumentar sua arrecadação a partir da decisão do Supremo Tribunal Federal de 2021.
 
“Nas aquisições, na prestação de serviços, nós devemos ver essa nova regra de retenção do Imposto de Renda. Estamos aprendendo, tomando ciência do que realmente vamos precisar para implementar essa nova retenção. Temos participado de congressos e eventos referentes à tributação e com isso temos melhorado nossa prestação de serviço, nos pagamentos, estamos fazendo cursos para melhoria da rotina do nosso serviço”, destaca a coordenadora financeira do TJMT, Ilman Lopes.
 
Bases de cálculo e alíquotas, instruções normativas, produtos com isenção, Simples Nacional, tratamento de glosas, dispensa de retenção e casos incomuns foram alguns dos assuntos abordados.
 
O instrutor do curso foi o advogado tributarista e empresarial Alexandre Marques, de Salvador (BA), professor em cursos de pós-graduação e de capacitação para empresas e entidades públicas de todo o país.
 
“Essa capacitação é importante para os servidores porque eles ainda não podem proceder a retenção no Imposto de Renda nos novos critérios sem a regulamentação por parte do estado, mas ele precisa estar preparado para que quando essa regulamentação vier ele já esteja capacitado para aplicar essa legislação, que vai demandar um esforço muito grande de adaptação dos seus procedimentos e, essa capacitação acontecendo antes, vai deixar o servidor mais apto a lidar com essa demanda desde o início”, explica o professor.
 
O curso foi aprovado pelos participantes, nos quais também se incluíram servidores da Secretaria de Estado de Fazenda e do Tribunal de Contas do Estado.
 
“A capacitação ofertada pela Alta Administração é de suma importância para os gestores e gestoras, servidores e servidoras, fiscais e empresas contratadas por este tribunal. A nova retenção de imposto de renda traz consigo mudanças significativas que foram minuciosamente discutidas. Este é mais um avanço do tribunal, pois o curso também é um meio para nos reunirmos em busca da construção de soluções adequadas, por meio do diálogo, e para evitar recair na morosidade”, afirma o servidor Kelvin Aguiar de Amorim Rondon, assessor da Coordenadoria Financeira do TJMT.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagem: foto horizontal colorida dos participantes do curso. Várias pessoas estão sentadas em cadeiras pretas, atentas ao professor, que está em pé diante de uma tela digital projetada.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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ALMT aprova projetos de apoio à agricultura familiar, saúde e educação em sessão ordinária

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, durante sessão ordinária realizada nesta quarta-feira (21), projetos voltados à agricultura familiar, saúde, educação e assistência social. Entre os destaques estão medidas de apoio aos produtores de queijo artesanal e à cadeia do leite.

Uma das principais discussões envolveu o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 5/2026 , de autoria de Gilberto Cattani (PL), que susta os efeitos de decreto do Poder Executivo relacionado à regulamentação de produtos lácteos artesanais. Segundo o parlamentar, as regras dificultam a atividade das pequenas queijarias e aumentam os custos de comercialização.

Em entrevista concedida antes da sessão, Cattani afirmou que a regulamentação promoveu uma redistribuição tributária que estaria “penalizando os artesanais, ou seja, o pequeno produtor, a pequena queijaria, e beneficiando as grandes indústrias”. O líder do governo, Dilmar Dal Bosco (União), chegou a pedir vista da proposta, mas devolveu a matéria durante a sessão, permitindo sua aprovação por unanimidade. Da mesma forma, foi aprovado o PDL nº 1/2026 , também de Cattani, que susta a obrigação de envio mensal de dados sobre produção, industrialização e comercialização por agroindústrias familiares e de pequeno porte. 

O plenário aprovou ainda, em segunda votação, o Projeto de Lei (PL) nº 554/2025 , que altera critérios de representatividade dos produtores na administração do Fundo de Qualidade, Produtividade e Segurança Alimentar do Leite. 

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Por outro lado, foi rejeitado o PL nº 347/2022 , de autoria de Gilberto Cattani, que buscava facilitar o acesso à posse e ao porte de armas de fogo para mulheres vítimas de violência doméstica com medidas protetivas judiciais. Com a rejeição, a proposta segue para arquivamento. A matéria tinha parecer contrário da Comissão de Constituição, Justiça e Redação.

Saúde e educação— Entre as matérias incluídas na ordem do dia, os deputados aprovaram, em primeira votação, o PL nº 336/2026 , de Fábio Tardin (Pode), que garante a oferta de toucas hipotérmicas para reduzir a queda de cabelo de pacientes submetidos à quimioterapia na rede estadual. 

Na área de educação, o plenário aprovou o PL nº 1888/2025 , de Janaina Riva (MDB), que prevê a inclusão da carne suína na merenda escolar, com alternativa para estudantes com restrições alimentares. Foi acatada a Emenda nº 1 à proposta. Os deputados também aprovaram o PL nº 1975/2024 em segunda votação. A proposta institui uma campanha de desconexão das telas digitais, incentivando a redução do uso excessivo de celulares e redes sociais. “O nosso objetivo agora é criar uma campanha de desconexão das telas digitais e reforçar o trabalho que a escola vem fazendo, principalmente nas atividades extracurriculares”, afirmou Silva.

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Outras deliberações— Entre os projetos aprovados estão ainda o PL nº 4/2025 (segunda votação), de Eduardo Botelho (União), que institui a Política Estadual de Combate à Fome; o PL nº 619/2026 (primeira votação), de Max Russi (Podemos), que cria o Dia Estadual do Professor Indígena; e o PL nº 175/2025 (segunda votação, nos termos do Substitutivo nº3 ), também de Russi, sobre conectividade em comunidades indígenas e quilombolas.

Também foi aprovado, em primeira votação, o PL nº 1123/2026 , do Executivo, que autoriza a doação à União da Gleba Pelissoli II, em Santa Terezinha, para fins de regularização fundiária. 

Já o PL nº 795/2026 , que autoriza a contratação de empréstimo de R$ 1,5 bilhão junto à Caixa Econômica Federal, foi retirado de pauta a pedido da liderança do governo. Também houve pedido de vista de Wilson Santos (PSD) em proposta que altera a delimitação da Área de Proteção Ambiental (APA) de Chapada dos Guimarães.



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