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Juiz Antônio Peleja é o novo coordenador de atividades pedagógicas da Escola da Magistratura de MT

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O juiz Antônio Veloso Peleja Júnior foi designado para a função de juiz coordenador das atividades pedagógicas da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT). Ele vai auxiliar a diretora-geral da escola, desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, e o vice-diretor-geral, desembargador Márcio Vidal. A nomeação para o cargo está expressa na Portaria n. 2/2023. 
 
 
Conforme a magistrada, a designação do juiz levou em consideração a importância de atualizar e aperfeiçoar a capacitação dos magistrados com base em metodologias e cursos oferecidos pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), assim como a necessidade de análise pedagógica nos ambientes internos e externos e diagnósticos de resultados das atividades da Esmagis-MT em curto, médio e longo prazo. A medida visa ainda possibilitar maior controle, gestão e implementação das atividades pedagógicas da Escola.
 
 
“A Esmagis-MT cresceu muito. É uma escola de governo que pode certificar cursos e que está em vias de ser legitimada pela Capes para certificar programas de pós-graduação. Então, estamos com muitas atividades pedagógicas, muitos estudos e pesquisas. É preciso ter um professor ou um administrador pedagógico que seja mestre, doutor, para estar à frente da escola. Senti a necessidade dessa pessoa e por isso eu nomeei o doutor Antônio Peleja, que vai coordenar todas as atividades pedagógicas da escola”, destacou a desembargadora Helena Maria.
 
 
De acordo com a diretora, o magistrado possui todos os requisitos necessários para ocupar a função. “Quem melhor que o doutor Antônio Peleja, que é mestre, doutor e professor universitário, da Universidade Federal de Mato Grosso e da Universidade Estadual do Rio de Janeiro? É a pessoa ideal para estar à frente da escola, principalmente do curso de mestrado e dos muitos MBAs que nesses dois anos iremos desenvolver. Eu parabenizo o doutor Antônio e espero que ele faça um profícuo trabalho.”
 
 
O novo coordenador será responsável pelo assessoramento pedagógico e qualificação acadêmica do corpo discente; pela supervisão em atividades de pesquisa, produção científica, pós-graduação, mestrados e doutorados; pelo assessoramento em cursos de formação e capacitação judicial; e pelo assessoramento na celebração de convênios com outras Escolas e demais instituições.
 
 
“Agradeço a oportunidade conferida pela desembargadora Helena Maria Bezerra e pelo desembargador Márcio Vidal. É uma honra e, ao mesmo tempo, um desafio a atividade pedagógica conferida, pelo porte da Esmagis-MT, pela responsabilidade de ter um corpo discente altamente qualificado e colegas de escol a ombrear os estudos! Espero fazer jus ao projeto em face do desafio, sustentado pela diretora e pelo vice, para que haja continuidade nos estudos lato e stricto sensu, eventos, seminário e webinários, que possam trazer atualizações e conhecimento verticalizado aos magistrados do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso.”

 
Lígia Saito
Assessoria de Comunicação
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)
(65) 3617-3844
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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ALMT aprova projetos de apoio à agricultura familiar, saúde e educação em sessão ordinária

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, durante sessão ordinária realizada nesta quarta-feira (21), projetos voltados à agricultura familiar, saúde, educação e assistência social. Entre os destaques estão medidas de apoio aos produtores de queijo artesanal e à cadeia do leite.

Uma das principais discussões envolveu o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 5/2026 , de autoria de Gilberto Cattani (PL), que susta os efeitos de decreto do Poder Executivo relacionado à regulamentação de produtos lácteos artesanais. Segundo o parlamentar, as regras dificultam a atividade das pequenas queijarias e aumentam os custos de comercialização.

Em entrevista concedida antes da sessão, Cattani afirmou que a regulamentação promoveu uma redistribuição tributária que estaria “penalizando os artesanais, ou seja, o pequeno produtor, a pequena queijaria, e beneficiando as grandes indústrias”. O líder do governo, Dilmar Dal Bosco (União), chegou a pedir vista da proposta, mas devolveu a matéria durante a sessão, permitindo sua aprovação por unanimidade. Da mesma forma, foi aprovado o PDL nº 1/2026 , também de Cattani, que susta a obrigação de envio mensal de dados sobre produção, industrialização e comercialização por agroindústrias familiares e de pequeno porte. 

O plenário aprovou ainda, em segunda votação, o Projeto de Lei (PL) nº 554/2025 , que altera critérios de representatividade dos produtores na administração do Fundo de Qualidade, Produtividade e Segurança Alimentar do Leite. 

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Por outro lado, foi rejeitado o PL nº 347/2022 , de autoria de Gilberto Cattani, que buscava facilitar o acesso à posse e ao porte de armas de fogo para mulheres vítimas de violência doméstica com medidas protetivas judiciais. Com a rejeição, a proposta segue para arquivamento. A matéria tinha parecer contrário da Comissão de Constituição, Justiça e Redação.

Saúde e educação— Entre as matérias incluídas na ordem do dia, os deputados aprovaram, em primeira votação, o PL nº 336/2026 , de Fábio Tardin (Pode), que garante a oferta de toucas hipotérmicas para reduzir a queda de cabelo de pacientes submetidos à quimioterapia na rede estadual. 

Na área de educação, o plenário aprovou o PL nº 1888/2025 , de Janaina Riva (MDB), que prevê a inclusão da carne suína na merenda escolar, com alternativa para estudantes com restrições alimentares. Foi acatada a Emenda nº 1 à proposta. Os deputados também aprovaram o PL nº 1975/2024 em segunda votação. A proposta institui uma campanha de desconexão das telas digitais, incentivando a redução do uso excessivo de celulares e redes sociais. “O nosso objetivo agora é criar uma campanha de desconexão das telas digitais e reforçar o trabalho que a escola vem fazendo, principalmente nas atividades extracurriculares”, afirmou Silva.

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Outras deliberações— Entre os projetos aprovados estão ainda o PL nº 4/2025 (segunda votação), de Eduardo Botelho (União), que institui a Política Estadual de Combate à Fome; o PL nº 619/2026 (primeira votação), de Max Russi (Podemos), que cria o Dia Estadual do Professor Indígena; e o PL nº 175/2025 (segunda votação, nos termos do Substitutivo nº3 ), também de Russi, sobre conectividade em comunidades indígenas e quilombolas.

Também foi aprovado, em primeira votação, o PL nº 1123/2026 , do Executivo, que autoriza a doação à União da Gleba Pelissoli II, em Santa Terezinha, para fins de regularização fundiária. 

Já o PL nº 795/2026 , que autoriza a contratação de empréstimo de R$ 1,5 bilhão junto à Caixa Econômica Federal, foi retirado de pauta a pedido da liderança do governo. Também houve pedido de vista de Wilson Santos (PSD) em proposta que altera a delimitação da Área de Proteção Ambiental (APA) de Chapada dos Guimarães.



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