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Operação conjunta prende três pessoas e apreende 52 kg de cocaína em fundo falso de carretinha

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Uma ação integrada entre a Polícia Militar, a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal prendeu uma mulher de 34 anos e dois homens, de 47 e 48 anos, e apreendeu 52 kg de cocaína, na noite desse domingo (22.01), no município de Canarana. A droga estava no fundo falso de uma carretinha puxada por um Uno dirigido pela suspeita. 

Eles foram presos em flagrante por tráfico de drogas.

Às 19h20, as equipes das polícias que faziam barreiras na MT-020 abordaram dois veículos, sendo o Uno com o reboque e um Prisma com os dois homens.

A mulher disse que o Prisma tinha sido alugado por ela para que trabalhasse como motorista de aplicativo e apresentou um contrato de locação. Já os outros dois suspeitos disseram que não conheciam essa versão e se contradisseram.

Os suspeitos e os veículos foram encaminhados para a sede da Companhia de PM de Canarana. No local, foi realizada uma vistoria minuciosa nos carros e identificado que o reboque do Uno estava com um fundo falso.

Os policiais retiraram o fundo falso e encontraram 49 tabletes de cloridrato de cocaína, totalizando os 52 kg de drogas. Ao serem perguntados, os suspeitos afirmaram que sabiam do transporte do entorpecente e que o Prisma seguia junto para fazer a escolta.

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Os três suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados para a delegacia junto com o material aprendido. 

Fonte: GOV MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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