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Irmãos e cunhado são presos em flagrante por furtos de celulares dentro de shopping da Capital

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Três irmãos, sendo um deles uma adolescente, foram presos em flagrante pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (28.12), em Cuiabá, pelo furto de aparelhos celulares de clientes dentro de um shopping da Capital. O companheiro da adolescente também foi preso pelo crime. As prisões ocorreram nos bairros Três Barras e Altos da Serra.

A equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Cuiabá chegou aos criminosos após diversas diligências que possibilitaram identificar o local onde os criminosos se escondiam. Dois deles, os irmãos de 23 e 26 anos, mandaram a uma das vítimas uma mensagem por aplicativo, usando o telefone da própria mãe, exigindo dinheiro para devolução dos celulares furtados, da marca Apple. Durante a abordagem, os dois irmãos resistiram à prisão.

A dupla informou aos policiais civis que os aparelhos estavam na casa da irmã adolescente, no bairro Altos da Serra 1. Na residência informada, os investigadores localizaram a adolescente e o companheiro dela com os aparelhos furtados e outros da mesma marca e também da Samsung, sem comprovação de origem..

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Conforme a investigação da Derf Cuiabá, a adolescente usava como disfarce o filho pequeno durante o furto.

Os três adultos foram autuados pelos crimes de furto qualificado e corrupção de menores. Contra a adolescente, que completou 18 anos nesta quarta-feira, foi lavrado um Boletim Circunstanciado de Ocorrência por furto, porque na data do crime ela ainda tinha 17 anos.

Furto

A vítima informou aos policiais civis que estava com a família dentro do shopping, localizado na Avenida Miguel Sutil, em Cuiabá, fazendo compras na noite de terça-feira e colocou os dois aparelhos celulares dentro de uma sacola, no carrinho da filha. Em seguida, observou que os aparelhos foram furtados e, ao conferir a localização, viu que não estavam mais dentro do estabelecimento comercial.

Posteriormente, a vítima recebeu uma mensagem de uma pessoa, se passando por irmão da adolescente suspeita, dizendo que os aparelhos seriam devolvidos. Depois, a mesma pessoa disse que os celulares não seriam entregues e que a vítima teria que pagar R$ 1 mil por aparelhos para que fossem devolvidos.

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Fonte: PJC MT

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Acusado de feminicídio é encontrado morto em cela de presídio em Várzea Grande

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Joilson Bonifácio Correia de Sousa Silva, de 44 anos, foi encontrado morto na manhã deste sábado (17) em uma cela da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Ele era acusado de assassinar a ex-companheira, Conceição Moreira da Silva, de 31 anos, com aproximadamente 16 golpes de faca, em Chapada dos Guimarães.

Informações preliminares repassadas à reportagem indicam que Joilson estava sozinho na cela quando foi localizado. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa da morte nem sobre as circunstâncias em que o corpo foi encontrado. A hipótese inicial de que não houve participação de outras pessoas depende de apuração e não foi confirmada.

As autoridades deverão realizar perícia médico-legal e examinar registros da unidade prisional para esclarecer o horário e a causa do óbito, além das condições em que o detento permaneceu sob custódia do Estado.

Joilson estava preso desde a noite de 10 de outubro, quando foi detido após a morte de Conceição. O feminicídio ocorreu por volta das 21h, na Rua do Ipê, nas proximidades da Mercearia Azevedo, no bairro São Sebastião, em Chapada dos Guimarães, a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá.

Segundo os registros policiais, Conceição havia saído do trabalho em um supermercado e seguia de bicicleta para uma pizzaria quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Ele teria aguardado a passagem dela e iniciado o ataque em via pública. A vítima foi derrubada e atingida por aproximadamente 16 golpes de faca.

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A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após testemunhas relatarem que uma mulher era atacada com uma arma branca. Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito contido por moradores. Joilson tinha ferimentos pelo corpo e um corte na cabeça, atribuídos à reação de pessoas que presenciaram o ataque. A faca indicada como instrumento do crime foi apreendida.

Socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Conceição foi encaminhada para atendimento médico, mas morreu em decorrência da gravidade dos ferimentos. O caso foi registrado no boletim de ocorrência nº 2026.343185 e passou a ser investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Vítima havia denunciado ameaças

Conceição havia procurado as autoridades para denunciar ameaças do ex-companheiro. Em 28 de setembro, 12 dias antes de ser morta, obteve uma medida protetiva de urgência após relatar episódios de violência e intimidação.

De acordo com informações divulgadas sobre o procedimento policial, ela havia voltado à residência onde morava com Joilson para buscar pertences, acompanhada de dois irmãos. Na ocasião, ele teria se armado com uma faca e ameaçado a mulher. Os familiares intervieram, e ela não foi atingida.

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Depois do episódio, Conceição registrou denúncia por ameaça no contexto de violência doméstica. O procedimento apontava risco grave à integridade da vítima. Informações levantadas durante a investigação indicaram que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e perseguia a ex-companheira.

Mãe de três filhos, Conceição teve a morte lamentada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Chapada dos Guimarães, que também questionou a efetividade da proteção oferecida após as denúncias.

Prisão preventiva

Joilson foi preso em flagrante em 10 de outubro. No dia seguinte, durante audiência de custódia, o juiz plantonista André Barbosa Guanaes Simões converteu a prisão em flagrante em preventiva. A medida manteve o acusado sob custódia enquanto avançavam os procedimentos judiciais, mas não representava condenação definitiva.

Com a confirmação formal da morte, a Justiça poderá reconhecer a extinção da punibilidade de Joilson, nos termos do artigo 107, inciso I, do Código Penal. A morte do acusado não impede a apuração de eventuais responsabilidades de outras pessoas, caso sejam identificadas.

Até a conclusão dos procedimentos oficiais, a causa da morte de Joilson permanece indeterminada.

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