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Acadepol inicia Curso de Piloto Operacional de Aeronave Remotamente Pilotada

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Academia de Polícia (Acadepol), iniciou o 1º Curso de Piloto Operacional Aeronave Remotamente Pilotada (RPAS) – Classe 3 da PJC/MT, na terça-feira (22.11), em Cuiabá para 140 alunos inscritos.

O curso objetiva capacitar os policias civil para pilotar aeronave remotamente pilotada, popularmente conhecida como “drone”, dedicado ao auxílio das atividades policiais como investigações, levantamentos prévios, cumprimentos de mandado de prisão, buscas e apreensões, entre outras atividades.

O curso é dividido em duas fases, sendo a primeira realizada na modalidade EAD (ensino a distância) com 20 horas-aula, e previsão para finalizar no dia 30 de novembro. Serão disponibilizados videoaulas, apostilas, além da formação de grupo de estudo com tira dúvidas utilizando mensagens instantâneas.

Os temas abordados serão: Fundamentos e conceitos; Regulamentação e Legislação; Sistemas, Arquitetura e Componentes; Fundamentos Aeronáuticos e Segurança Operacional; Teoria de Voo e Aerodinâmica; Medidas de Segurança e Prevenção; e Fundamentos de Baterias e Radiofrequência. Ao final os alunos realizarão uma prova para avaliar o aprendizado.

Já a segunda etapa inicia no dia 5 de dezembro, com a mesma carga horária, na Acadepol, onde serão realizadas aulas práticas para os alunos desenvolverem voos e manutenções preventivas em aeronaves trainee e semiprofissional.

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As aulas contarão com oficina básica como: preparar a aeronave, controlar as aeronaves de treinamento em diversas atividades, experimentar os efeitos aerodinâmicos enfrentados em situação real, realizar procedimentos de emergência, praticar todas as verificações de segurança antes e depois do voo, planejar rotas de voo, entre outras.

O objetivo do curso é orientar os policiais civis para atuarem de forma padronizadas, evitando danos as aeronaves e utilizarem dentro das legislações do órgão nacionais como a Agência Nacional de Telecomunicações, Agência Nacional da Aviação Civil e Departamento de Controle do Espaço Aéreo.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil prende segundo alvo de operação que apura homicídio em Rondonópolis

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A Polícia Civil cumpriu, nesta sexta-feira (16.10), o mandado de prisão temporária de mais um alvo da Operação Vizinho do Inimigo, investigado pela participação no homicídio de Mizael da Cruz Paniz, ocorrido no mês de setembro deste ano em Rondonópolis.

A operação foi deflagrada em 13 de outubro, quando a Polícia Civil cumpriu quatro ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão temporária e dois de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Rondonópolis.

O homicídio ocorreu em 5 de setembro deste ano, na residência da vítima, localizada no bairro Parque Universitário. Dois homens chegaram ao local em uma motocicleta, entraram no imóvel e surpreenderam a vítima no quarto, efetuando 15 disparos de arma de fogo calibre 9 mm.

A dinâmica identificada pelos investigadores aponta para uma ação previamente planejada, que impediu qualquer possibilidade de reação da vítima.

Segundo as investigações da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, o investigado, de 26 anos, preso nesta sexta-feira (16), morava nas proximidades da casa da vítima. Ele teria sido o responsável por monitorar os movimentos da vítima ,além de cortar o cadeado do portão para facilitar a entrada dos executores no imóvel.

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Durante a primeira fase da operação, outro investigado, de 23 anos, foi preso preventivamente no âmbito das investigações do homicídio e também autuado em flagrante por tráfico de drogas.

As diligências continuam para esclarecer a motivação do crime, identificar o terceiro envolvido, apontado como piloto da motocicleta utilizada na ação, e aprofundar a apuração sobre a possível participação dos investigados em uma facção criminosa com atuação no município.

O inquérito policial deverá ser concluído no prazo de 30 dias, com o indiciamento dos investigados já identificados pelos crimes de homicídio qualificado e integração de organização criminosa.



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