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Na próxima sexta-feira (25), das 14h às 17h, cerca de 90 profissionais das redes estadual e municipal de Educação de Cuiabá e Várzea Grande se reúnem na Escola dos Servidores, no Anexo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) Desembargador Antônio de Arruda, na Capital, para o “Encontro pela Justiça Restaurativa na Educação”.
 
O evento é realizado pelo Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur-TJMT), presidido pela desembargadora Clarice Claudino da Silva, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT). A palestra fica a cargo do desembargador Leoberto Brancher, coordenador do Núcleo da Justiça Restaurativa do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS).
 
O encontro ocorre na Semana Restaurativa do Brasil 2022 e é aberto também para servidores e servidoras do Judiciário mato-grossense, para facilitadores e para quem está em formação em Círculos de Construção de Paz, com objetivo de sensibilizar e difundir a implantação da Justiça Restaurativa na rede de proteção, especialmente na educação pública, dos dois municípios.
 
 
Outras informações pelo telefone (65) 3617-3617, ou pelo e-mail: nugjur@tjmt.jus.br.
 
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: arte colorida, com fundo verde oliva, com o nome do Encontro pela Justiça Restaurativa na Educação. Na parte direita há figuras de livros, lápis de cor, maça verde e um globo terrestre, além da foto do palestrante, o desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.
 
Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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