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Homem é preso pela PM com 40 porções de cocaína em Peixoto de Azevedo

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Policiais militares do 22º Batalhão prenderam em flagrante um homem de 18 anos por tráfico ilícito de drogas, na noite de sábado (19.11), em Peixoto de Azevedo. Com o suspeito, a PM apreendeu 40 porções de substância análoga a cocaína.

Durante patrulhamento de rotina, por volta de 19h30, a equipe do 22º BPM flagrou dois veículos em movimentos suspeitos, próximo de um córrego. Ao perceberem a aproximação da PM para abordagem, os dois carros empreenderam fuga, ficando no local apenas um homem, que teria descido de um dos veículos momentos antes.

De imediato, foi realizada abordagem ao suspeito, com quem, em revista pessoal, foram encontradas 40 porções de cocaína e um celular com anotações de tráfico de drogas. Em checagem aos dados do indivíduo, foram encontradas outras passagens policiais por diversos crimes.

Diante dos fatos, o suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a Delegacia de Peixoto de Azevedo, com o material apreendido, para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

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Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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