MATO GROSSO
Primeira-dama recebe título de madrinha dos indígenas de MT
MATO GROSSO
A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, acompanhada do Cacique Rony Parecy, do líder Vilmar Kaezokemaece e do norueguês Andreas Jørgensen, diretor do Norway´s International Climate and Forest Initiative (NICFI), falou da satisfação de ser madrinha dos indígenas de Mato Grosso. A declaração foi feita nesta quarta-feira (16.11), via Instagram.
“Sinto muito orgulho de ser madrinha dos indígenas de Mato Grosso. Os povos originários merecem nosso respeito, atenção e valorização”, disse Virginia.
A primeira-dama de MT é idealizadora do programa Ser Cidadão Indígena, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) com a colaboração da Superintendência de Assuntos Indígenas. O projeto tem a finalidade de ampliar os atendimentos, garantindo aos povos indígenas assistência básica com saúde de qualidade, educação, dentre outros direitos.

“No atual governo asseguramos a dignidade dos irmãos indígenas por meio das ações de cidadania. Me sinto parte desse povo e estarei sempre em defesa deles”, ratificou a primeira-dama de MT.
Para o Cacique Rony, da Aldeia Wazare, participar da COP 27 é a oportunidade de mostrar ao mundo uma nova realidade. “Divulgamos o protagonismo econômico indígena, respeitando o nosso território, meio ambiente, cultura e a essência coletiva. Aqui podemos mostrar que é preciso lutar pelas terras da Amazônia, porque podemos desenvolver com sustentabilidade. Estar ao lado da nossa madrinha Virginia Mendes é uma honra, ela sempre está próxima de nós e tem feito um ótimo trabalho pelo nosso povo”, ressaltou o Cacique.
Andreas Jørgensen destacou a parceria com o Governo de Mato Grosso. “É um sucesso a parceria. Com os recursos aportados conseguimos manter os níveis de desmatamento abaixo do limite de 1.788 km² ao ano”, afirmou.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
Polícia investiga ligação de policiais com facção criminosa
Policiais civis fazem, nesta terça-feira (13), operação contra policiais suspeitos de favorecer atividades criminosas da facção Comando Vermelho, no Rio de Janeiro. Os agentes públicos são investigados por indícios de que utilizavam sua própria função para repassar informações privilegiadas e para se envolver em negociações clandestinas de armamentos e munições.
As investigações, que contam com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar e também do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), começaram em outubro de 2023, quando a Polícia Civil prendeu um policial militar e outro homem que transportavam 100 quilos de cocaína no subúrbio da capital fluminense.
A partir da prisão, identificou-se uma estrutura que atuava, de forma coordenada, na compra, no transporte e na distribuição de grandes quantidades de drogas e armas para comunidades controladas pelo Comando Vermelho.
As investigações também identificaram pessoas que forneceriam informações privilegiadas sobre operações policiais para beneficiar o grupo . Até as 8h10 desta terça-feira, três pessoas já tinham sido presas, sendo uma em flagrante e duas por cumprimento de mandados de prisão.
A polícia também investiga a morte do policial militar preso em 2023. Ele foi assassinado com vários tiros, em julho deste ano, quando chegava ao condomínio onde morava, na zona sudoeste da capital.
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